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Que amor é este?

 

Marco Soares

Um pouco antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.

 João 13:1

 

Um dia andamos distantes de Deus e achávamos que o nosso prazer estaria em andar segundo o curso deste mundo (Ef 2.2). Nosso querer estava em ser popular e andávamos segundo as inclinações de nossa carne (Ef 2.3). Por estarmos mortos em nossos delitos e pecados, não poderíamos voltar sozinhos (Ef 2.5). Mas Ele veio, nos amou e nos buscou! Que amor é este?

Então conhecemos algo diferente, uma boa nova nos é apresentada. A boa notícia, a luz brilhou em meio as trevas deste mundo. Fomos constrangidos por conta do amor demonstrado, um amor que não entendemos, pois ninguém explica a Deus (2 Co 5.14). O amor não se explica, acolhe-se no coração, pelo dom da fé. Sob a influência deste amor, amamos o não amável, fazemos o bem e buscamos o bom, voltamos a reconhecer o belo na vida, um novo conceito nos é apresentado, o de ouvir a voz de Deus na simplicidade da vida (Sl 19.4). Nos deslocamentos de trem ou metrô, que às vezes, andam lotados ou no carro em meio ao trânsito caótico, uma surpreendente alegria invade o coração (Sl 19.8) com a certeza de que o Pai está em nós, existe paz. Que amor é este?

Mas, ainda há o meu egoísmo, assim é, porque, ainda que eu seja “Mestre e Senhor”, devo lavar os pés de meu próximo, meus irmãos em Cristo, e até do traidor. Lemos na Bíblia “Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz.” (Jo 13.15). Jesus é o nosso exemplo. Preciso amar até o fim, meus atos devem lavar os pés daquele que é meu próximo (Jo 13.14), ou seja, ajuda-los em suas necessidades, caminhando junto, cumprindo a jornada da vida cotidiana, em dois, pois o cordão de três cordas é mais forte (Ec 4.12). Mas apesar de meu egoísmo, que amor é este?

Um dia, com chuva, levantamos da cama, e somos convidados a ter um tempo de encontro com o Salvador. Ele nos ensina a apreciar a graça de ter, saúde, acesso aos alimentos, amizades, um trabalho, um chuveiro no final do dia. Peregrinamos então, pelo dia, pois nEle nós vivemos, nos movemos e existimos (At 17.18). Vivemos e então, o alvorecer da vida, além das dores, sempre companheiras, também temos conosco agora a experiência de uma vida vivida contemplando a Deus. Não desperdiçamos o tempo com as coisas que queriam suprir as nossas supostas ‘necessidades’, nem tudo que queria alcancei, nem tudo que almejava se cumpriu. Mas a família, o nosso investimento mais caro, segue na benção, porque você foi fiel a Deus, que derramou sua graça, que torna a vida esperançosa, por amor, que amor é este?

A esperança na vida será recompensada pelo Senhor, com a alegria que nos surpreende constantemente e finalmente quando vier o que é perfeito (1 Co 13.10) o que encontraremos no fim é o amor, o mesmo que nos chamou no começo da jornada, o amor constrangedor de Deus por nós!

Sobre as células

Líder: Presbítero Marco Soares


O ministério de pequenos grupos existe para promover comunhão e ensino para os membros da igreja local. Assim, os encontros acontecem em diversos pontos da cidade de São Paulo.

 

“para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.” Jo. 17.21

Em seus últimos dias antes da crucificação, Jesus roga por aqueles que creem nele, e também por aqueles que iriam crer. Para viver em unidade como nos ensinou Jesus, é importante considerar o outro superior a si mesmo (Rm 15.1) e ter a humildade para atentar ao sofrimento do próximo (Lc 10.33-35), com exemplos variados em outros atos de Jesus. Este é um dos princípios desejados para as células, a busca de afinar o pensamento ao redor do que é fundamental, a cruz, deixando de lado o motivo da discordância, que é normalmente o que divide, o anseio por ser vitorioso traz divisões e partidarismos. A seguir alguns valores considerados importantes para a IBEC.

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