escort ankara bayan escort bayan ankara escort bayan bayan escort ankara escort bayan ankara

Um tempo para dizer que te amo
 

  • Full Screen
  • Wide Screen
  • Narrow Screen
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size

Um tempo para dizer que te amo

 

 Simulando três momentos dentro das relações aqui representadas: namoro, noivado e casamento.

 

Namorados (conhecimento)

Rapaz liga para menina:

ELE - Oi

 

ELA - Ah, finalmente, pensei que tivesse me esquecido. Já faz duas horas e você nem vê o whats.

 

ELE - Jamais vou te esquecer minha gatinha. Eu também tava pensando em você.

 

ELA - A gente podia ver aquele filme, né?

 

ELE - Verdade. Vamos hoje?

 

ELA - Mas, você não tem prova?

 

ELE - Ah, eu dou jeito. Por você eu faço qualquer coisa. Depois eu faço a prova.

 

ELA – Então vamos.

 

ELE - To morrendo de saudade de você. Até parece que nem te vi ontem.

 

ELA – Ah, eu também. Passa pra me pegar que hora?

 

ELE – pode ser daqui meia hora?

 

ELA – Ué, mas você não tá trabalhando?

 

ELE – Tô, mas eu dou um jeito. Por você eu faço qualquer coisa.

 

REFLEXÃO:

O namoro é essa fase da paixão, onde tudo dará certo. Que a gente não vê a hora de reencontrar o amor da nossa vida. Mas também é a fase onde se exige mais prudência, pois se trata de uma fase de conhecimento.

 

De se saber quem é a pessoa que está ao lado, conhecendo sua família, seus contextos, o jeito que como se relaciona e trata seus familiares e vice-versa, porque é certo que isto irá para dentro da relação conjugal, se este namoro vingar. Esta fase é de conhecimento para que vocês saibam onde estarão ancorando seus barcos.

 

É um tempo importante para orar e tentar discernir o que Deus tem para vida de vocês. Se juntos ou separados...

 

 

Noivos (pré-casamento)

ELA – Oi amor.

 

ELE – Oi. Tudo bem? Viu se deu certo a viagem?

 

ELA - Af, não. Ela disse que aquele pacote tem de ser contratado mais perto da data. Só para eles cobrarem quanto quiserem. E aquele dinheiro. Saiu?

 

ELE – Não.

 

ELA – Af. Como que a gente vai reformar essa casa? O casamento ta ai.

 

ELE – Quanto à viagem, pelo menos a gente não teria mais uma despesa agora, dando a entrada do pacote, né?

 

ELA – Mas, seria uma preocupação a menos.

 

ELE – Calma. Vai dar certo! Deus sabe de tudo.

 

ELA – Como calma. Não dá certo a viagem, não sai o dinheiro para reformar a casa, nem sei se vamos ter dinheiro pro vestido... O mundo tá caindo na sua cabeça e para você é: calma, calma, calma, vai dar certo. Deus sabe. Deus sabe.

 

Então manda Ele contar para gente, pelo menos a gente fica mais tranquilo.

 

ELE – Af, você é muito estressada. Dá licença. Não dá nem pra conversar; qualquer coisa que acontece você já acha que não tem jeito.

 

ELA – Peralá... raciocina filho...

 

ELE – Eu não sou seu filho, não vou casar com minha mãe!

 

ELA – É só pensar. Sem dinheiro a gente não faz nada. A gente precisa dar a parte que falta dos móveis, precisa acabar a reforma da casa, viajar, alugar o vestido. E só faltam seis meses para o casamento.

 

ELE – Por isso que to calmo. Seis meses é muito tempo.

 

ELA – Ah, depois a gente se fala... tchau!

 

ELE – Tchau.

 

Reflexão:

Nessa fase da vida a gente já decidiu que vai casar com aquela pessoa. Não é que a relação fica mais fria, mas quando se aproxima o casamento, as tensões aumentam, os prazos se encurtam, alguns planos se frustram e com raras exceções, não há falta de dinheiro.

 

O ambiente é propício até para se questionar: “será que eu to casando com a pessoa certa?”, devido o nível de estresse. Mas, é justamente nesse tempo que a gente finca o pé e diz: é isso mesmo!  Assumindo responsabilidades maiores e se comprometendo, de fato, com a pessoa que a gente pretende passar o resto da nossa vida.

 

É um tempo de aumentar a maturidade, de crescimento, de olhar para o presente diante daqueles probleminhas (hoje, depois de casados sabemos que são pequenos) como parte da nossa história, que nos fez crescer e avançar a patamares diferentes.

 

 

Casados (ajustes e amadurecimento)

ELA – Oi amor, tudo bem aí na empresa? Alguma novidade? Como está o seu chefe, melhorou? Você demora hoje?

 

ELE – Oi. Tá tudo bem. Hoje não demoro.


ELA – Viu, não esquece de deixar dinheiro, que eu tenho de levar a menina na escola amanhã e tô sem nada aqui.

 

ELE – Umrum...

ELA – Outra coisa. Já se programa, dia 23, tem o aniversário da Bella. E se a gente faltar esse ano de novo, não vai ser legal.

 

ELE – Tá.

ELA – Ah, já ia me esquecendo: se der passa no mercado. É que acabou a mistura. Traz peito de frango, patinho ou acém, daí amanhã eu me viro com o almoço.

 

ELE – Ok.

ELA – Viu, dá um jeito nessa pia, pelo amor de Deus, ta vazando muito...

 

ELE – pode deixar, faço isso...

 

ELA – Depois a gente conversa mais, quando você chegar. Eu te amo, viu. Tchau.

 

ELE - Te amo. Te mais.

 

Pensamentos do marido

Depois que ela desligou o telefone, por um ou dois minutos fiquei pensando naquelas frases finais: Depois a gente conversa. Eu te amo. 

 

Mas, ainda vai conversar mais o que? Numa ligação tão rápida, que demorou um minuto, me pergunta como estão as coisas no trabalho, se eu vou demorar, pra eu levar dinheiro, fala do aniversário da sobrinha, para eu comprar mistura, que a pia tá vazando e que vamos conversar mais quando chegar em casa. Conversar mais o que?

 

Então, dou uma respirada e penso. Nós homens somos engraçados. Saímos para o trabalho e, alguns de nós, damos graças a Deus. Conversamos com os amigos. Partilhamos nossas experiências. Muitas vezes viajamos. Estamos sempre com a cabeça ocupada, em como fazer isto ou aquilo.

 

Não que elas não estejam. Claro muitas delas também trabalham fora. Mas, pense como se sentem atarefadas com os filhos e a casa de “pernas pro ar”, contas para pagar; às vezes se sentem solitárias, não porque lhes falte com quem conversar, mas porque querem partilhar a vida com o marido, com aquele com quem trocaram aliança, que fizeram juras no altar. É claro que existem as exageradas. Que precisam também de bom senso, porque nem tudo é como enxergam. Mas, também, não é difícil de acontecer do marido ser omisso.

 

E ainda, muitas vezes, elas se sentem cobradas.

 

Pensamentos da esposa

Nós mulheres somos muito cobradas. Na sociedade, na igreja, enquanto esposas, enquanto mães.  Ora, esposa de médico não necessariamente é médica; esposa de jogador de futebol, não necessariamente é jogadora, mulher de pastor não necessariamente é pastora etc.

 

Estar falando diante de uma plateia, por exemplo, pode ser uma tortura. Eu não precisaria fazer o que não quero, mas o faço por amor. Em primeiro lugar vem a decisão de amar, depois vem o sentimento. E isto tem muito a ver com o casamento também.

 

Pois, o que coloca de lado esses sentimentos tolos é o “Eu te amo”. Porque o amor é a decisão de superar tudo pelo bem comum dentro de uma relação.

 

E claro que isto não deve ser “de plástico”, artificial, como se fosse uma sentença, uma maldição, um sacrifício. Não, porque no casamento há prazer, há namoro, há alegrias; mas, há também brigas, ajustes e, na maioria dos casos, há filhos; pelos quais lutamos juntos, sempre e para sempre.

 

Aplicação:

Sobre os tempos que vivemos e os desafios que encontramos

As partes abordadas acima são partes de realidades dentro dos relacionamentos em cada uma das suas fases: namoro, noivado e casamento. Mas, vale lembrar que o casamento é o lugar em que podemos praticar o sexo seguro, que embora as diferenças, Deus usa esses contextos e realidades para nos moldar o caráter, que os filhos também são seres humanos em formação, que se casarão e irão embora e o companheiro, a companheira permanecerá ao teu lado até que a morte os separe.

 

O homem religioso, desde a idade média até meados do século passado estava preocupado com a salvação da sua alma, hoje esse homem não está mais preocupado com isso, pois se transformou no “homem afetivo” e sua preocupação está em "ser abraçado". Ou seja, sua preocupação não está mais no futuro e sim no presente. Não em algo perene, mas naquilo que pode ser desfrutado agora. Nada mais importa do que desfrutar desse momento.

 

Nós lidamos então com esse novo ser humano, estamos imersos nessa sociedade, e se não tomarmos cuidado seremos absorvidos por essa nova realidade. Por isso a liquidez dos relacionamentos, essa realidade de que nada é mais importante do que ser abraçado, desejado, possuído, vivenciar coisas agora. Mas, isso gera mais carência, mais insatisfação, mais incertezas e daí, os excessos: a pluralidade sexual de parceiros, de gêneros etc. Nessa enxurrada de coisas acontecem os movimentos voltados para defesas de novos padrões morais, sociais, de comportamento, de relacionamentos.

 

Gente que muda de sexo e depois se arrepende, gente de rompe relacionamento e depois se arrepende, que vive assim dentro desses "novos padrões" e percebe que, embora deseje muito abraçar tais ideias, em sua vida prática, essencialmente em sua consciência, algo está errado.

 

Assim, a Bíblia tem razão quando afirma - deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e os dois serão uma só carne. (Gn 2.24; Mt 19.5; Ef 5.31) Há essa ruptura com sua família primeira, porque uma nova família se formará.

 

Se realmente prestarmos atenção, Escrituras nos farão entender que dizer "eu te amo" implica reafirmar os valores cristãos de um casamento monogâmico, heterossexual e cheio de esperança, porque a gente não se relaciona com ninguém na intenção de nos separarmos.

 

Antes, diante dos desafios impostos pelas diferenças de gênero, origem e gostos, lutamos juntos para conquistar coisas junto, lutamos juntos para resistir às tentações, às novas mentalidades que, devagarinho, vão entrando em nossas casas pela mídia e em nossas relações, pois abraçar esses novos estilos de vida é abraçar a tendência comum para onde caminha as sociedades ocidentais modernas - querer ser feliz ao seu jeito, vivendo de boca em boca, de cama em cama, sem esperança, sem nada que lhe garanta um futuro seja emocional, seja espiritual, ou mesmo humano.

 

Quando eu digo “eu te amo!” estou dizendo que a vida vale a pena não porque se trata de um momento, mas de uma construção. E, para além de isto ser um clichê, nós nos reafirmamos enquanto cristãos.  Assumindo a realidade de que nada é fácil na vida e de que o casamento não é exceção, mas que o romantismo é possível, é necessário, é atual, é imprescindível nessa relação conjugal.

 

Embora os desafios, temos a orientação das Escrituras, a oração, a igreja e outros elementos que Deus levanta para nos ajudar a permanecer firmes em nossa relação conjugal até o fim, em nome de Jesus.

 

Que Deus nos abençoe nessa continuidade.

Você está aqui: Ensino Integribec