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Psicologia, pecado e culpa
 

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Psicologia, pecado e culpa

Pr. Russell Shedd

A psicologia avançou rapidamente no século XX como uma ciência, que faria para a alma o que a medicina faz para o corpo. O sofrimento da alma é real. Não há nada de novo aí. Depressão, sentimentos horríveis de solidão, de culpa e temores de monstros imaginários clamaram por explicações e ajuda dos analistas.

Na medida em que, a psicologia se aproximava da religião, ela tropeçava sobre ações e pensamentos pecaminosos. Alguns dos males que afligiram os sofredores foram explicados como problemas orgânicos. Eles tinham sua origem no corpo, mas afetaram a mente negativamente. Outros males foram atribuídos a fontes mentais, traumas, memórias que provocaram cicatrizes na mente, como feridas criam no corpo.

Com o avanço da secularização, que excluía Deus da sua criação, as explicações naturalistas ganharam espaço nos cursos das mais conceituadas universidades. As pesquisas de Sigmund Freud, B.F. Skinner e Karl Yung, e muitos mais, explicam a origem dos pensamentos obsessivos que perturbaram as mentes dos pacientes. Porem, a psicologia não chamou atenção à queda do homem no pecado porque desobedeceu a Deus e passou para seus descendentes a inclinação para o mal.

Desde a falha moral de Adão, o egoísmo humano tem fomentado guerras, violência, desonestidade, engano, mentiras, soberba; em fim, todo espécie de pecado. Tiago fez a pergunta atualíssima: "De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Vocês cobiçam coisas, e não as têm; matam e invejam, mas não conseguem obter o que desejam" (4.1,2). A Bíblia não esconde o mal que caracteriza a cena humana – o chama de pecado!

Pecado quer dizer uma ofensa contra Deus, quebra de sua lei, de ser um subversivo e ter rejeitado seu reinado. Pecado significa entronizar nosso eu, depois de destronizar Deus. A conseqüência do pecado inevitavelmente é a culpa, aquele sentimento ruim de ter errado, de ter fugido de nossa responsabilidade. É um pressentimento de castigo merecido, de uma dívida que terá que ser paga.

Numa civilização ocidental, que se afasta de Deus, recorremos aos psicólogos e psiquiatras para explicar o mal-estar e buscar um tratamento que nos trará alívio. Em 1953 Presidente Eisenhower usou a palavra "pecado" em sua proclamação do dia nacional de oração. Porém, nunca mais um presidente americano fez referência a pecado em sua proclamação. Karl Menninger escreveu um livro, o qual foi muito divulgado nos Estados Unidos, cujo título é: Whatever Became of Sin (O que Aconteceu com o Pecado).

Acho irônico que muitos pastores que poderiam orientar suas igrejas sobre pecado e culpa, estão cada vez mais procurando soluções psicológicas.

Seria verdade que a Bíblia não tem orientação para pecadores, que procuram o alívio da culpa, alicerçados no perdão livremente oferecido em Cristo?

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