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Comunidade Discipuladora
 

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Comunidade Discipuladora

Pr. Sergio Lourenço

O Novo Testamento apresenta o discípulo como um aprendiz que decidiu ser como Jesus Cristo em sua vida diária e passou a viver sob as condições que possibilitariam aprender a viver como o mestre vive e ser como ele é.

As igrejas hoje lamentavelmente não convocam mais as pessoas para se tornarem discípulos de Jesus Cristo. Ser cristão passou a significar freqüentar uma igreja evangélica e esperar chegar o momento de ir para o céu depois da morte. O que algumas igrejas oferecem é somente a solução de problemas: apaziguar crises conjugais, curar doenças, arrumar emprego, consolar na dor e no sofrimento etc.

Como fica este jeito de ser igreja com a ordem acerca do discipulado? “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado”. (Mt 28.19-20).

Discipulado não é uma expressão que coloca discípulo e discipulador olhando um para o outro, mas ambos olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé (Hb. 11.3). O discípulo não é desafiado a tornar-se igual ao seu discipulador, mas sim desafiado a se tornar igual a Cristo. Esta é a idéia de “sede meus imitadores como eu sou de Cristo” (1 Co 11.1), expressão que todo aquele que se atreve a discipular pessoas deveria ser capaz de usar em relação a si mesmo.

O discipulado pressupõe relacionamento pessoal entre discípulo e discipulador, de forma que poderíamos usar a figura do espelho, é a coragem de poder dizer: Olha para mim! Este estilo de discipulado foi estabelecido por Jesus, quando convidou os discípulos para que estivessem com Ele (Mc. 3.14). O Apóstolo Paulo, também enfatiza esta importância, quando exorta Timóteo a que se lembrasse não apenas do que aprendeu, mas também e principalmente de quem aprendeu (2 Tm 3.14).

Esta consciência bíblica sobre o discipulado traz para a comunidade cristã bíblica, um reconhecimento a respeito do preço a ser pago pela obediência a esta ordem: Seguir a Cristo exige sofrimento e renúncia. Jesus disse que “se alguém quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará” (Lc. 9.23-24). Além da renúncia e sofrimento, subentende nesta consciência bíblica que o discipulado, exige integridade, trabalho árduo e paciente.

Esse é o processo de multiplicação de discípulos. Auditórios superlotados não estavam na prioridade de Jesus, pois multidões não se multiplicam em discípulos, para ganhar o mundo, devemos ganhar uma vida de cada vez, multiplicando relacionamentos onde a vida de Cristo é compartilhada na intimidade.

O êxito do discipulado é mensurado pela multiplicação de relacionamentos de discipulado. Igrejas bíblicas e contextualizadas não estão preocupadas em alcançar as massas, mas sim em manifestar e compartilhar a vida de Jesus Cristo numa rede de relacionamentos de intimidade e mutualidade, experiência esta praticada nas amizades espirituais, nos pequenos grupos, nos ministérios gerais e nos encontros diversos dos freqüentadores da comunidade cristã. Charles Swindoll observou: “Deus não pretendia uma torre, mas um tapete; não desejava cristãos empilhados, alcançando o céu, mas sim cristãos entrelaçados, alcançando os confins da terra”.

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