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Não devemos amar o mundo
 

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Não devemos amar o mundo

Pr. Benedito Sérgio Lourenço

"Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo: A cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens não provêm do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." (1 Jo 2.15-17)

O Apóstolo João faz uma descrição do mundo e orienta a respeito da atitude que a igreja deve ter com ele. Quando faz isto, João muda das afirmações sobre a posição dos cristãos como filhinhos, pais e jovens (versos 12 a 14), para exortá-los a respeito do comportamento mundano dos cristãos.

Ao entregarmos nosso coração a Jesus Cristo, para que seja Senhor e Salvador de nossas vidas, passamos a ter os pecados perdoados por Ele. Nós recebemos uma grande herança, a de termos comunhão com Deus e também termos vitória sobre o maligno, porém, as nossas tentações não chegaram ao fim.

O mundo é o comportamento da sociedade humana como organizada sob um sistema regido à parte de Deus, portanto, regido pelo poder do mal. A ordem para não amar o mundo se fundamenta em dois aspectos:

1) A incompatibilidade entre o amor pelo mundo e o amor pelo Pai Celeste.

2) A transitoriedade do mundo contrastada com a eternidade daquele que faz a vontade de Deus.

As pessoas do mundo devem ser amadas como Deus as amou (Jo 3.16). Entretanto o mundo organizado como um sistema sob o domínio de Satanás e não de Deus, não deve ser amado. Não há compatibilidade entre o amor pelo Pai Celeste e o amor pelo mundo regido por Satanás.

A cobiça da carne é o desejo de nossa natureza decaída e pecaminosa. A cobiça dos olhos indica as tentações que nos assaltam, não de dentro, mas de fora, através dos olhos, quando somos cativados por aquilo que é externo e que não possui os valores de Deus.

A ostentação dos bens diz respeito à soberba da vida. Esta soberba tem por base a arrogância ou vanglória relacionada com as circunstâncias externas, seja a riqueza ou a posição social ou o vestuário que usa. A soberba da vida é o desejo de brilhar e de ofuscar outros com uma vida luxuriosa.

Este texto indica duas cobiças e uma vaidade. Duas formas de depravação com origem em nossos desejos e uma com origem em nossas posses. Este trio maligno é formado pelo desejo ímpio por coisas que não se tem e o orgulho ímpio por coisas que se têm.

Não devemos amar o mundo porque este mundo passará e a hora está chegando. O mundo e as trevas que há nele já estão se desintegrando, e, os homens com cobiça mundana serão condenados com ele.

Uma classe de pessoas permanecerá: "os que fazem a vontade de Deus permanecerão para sempre". Devemos confiar no poder do Espírito Santo e da Palavra de Deus que nos fortalecem para vencermos todas as tentações.

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