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O Reino do Céu e a semente
 

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O Reino do Céu e a semente

Pr. Benedito Sérgio Lourenço

"E contou-lhes outra parábola: O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor dentre todas as sementes, quando cresce torna-se a maior das hortaliças e se transforma numa árvore, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos" (Mateus: 13:31-32)

A parábola sobre o Reino do céu e o grão de mostarda explica a respeito das relações e alianças no Reino de Deus. Podemos entender que Jesus, neste texto, nos compara com a terra preparada para a semeadura. O agricultor vem no tempo certo e semeia a menor de todas as sementes.

Temos visto com muita tristeza a seca no sertão do Nordeste brasileiro. É desolador. Vários rios com seu leito seco. As represas estão com seu limite mínimo, afetando tanto a distribuição de águas como a geração de energia elétrica. Os sertanejos esperam a chuva para que a terra seja preparada, para que possam semear as sementes que os governos desses estados distribuem para esses agricultores tão sofridos.

A igreja do Senhor Jesus é como esta terra. Um dia a chuva da graça de Deus caiu em nós, num tempo de muita sequidão. Então fomos preparados, e a menor de todas as sementes foi semeada em nosso coração.

Uma pessoa, verdadeiramente marcada pelo evangelho de Jesus Cristo, tem a capacidade de comparar a semente do Reino dos céus com as outras sementes que o mundo oferece. A semente do evangelho é menor do que outras, que são mais sedutoras, enchem mais os olhos da carne, cativam mais o ego, incentivam mais o coração humano a buscar estas coisas efêmeras. Porém, no final o resultado é que continua a sequidão e ela pode se tornar mortal.

A semente do Reino de Deus cresce e se transforma numa grande árvore, e seus ramos passam a servir de sustentação para ninhos. Este crescimento indica maturidade cristã. E dá a entender que os compromissos e responsabilidades crescem na medida que se vive no Reino dos Céus. Esta é uma realidade propiciada pelo evangelho de Jesus enquanto vivemos na terra, antecipando o céu. Aliança vertical com Deus e aliança horizontal entre os crentes. Relacionamentos santificados, maduros e altruístas.

As relações neste Reino de Deus indicam que é melhor dar e doar-se do que receber. O crente não pode isolar-se no seu mundo particular e dispensar o convívio no corpo e isto custa muito caro.

Quando entendemos sobre viver no Reino de Deus, percebemos que para se envolver com pessoas exige-se coragem, lealdade e investimento. É possível ter decepções nesta jornada, porém estas decepções não podem afetar a continuidade do relacionamento e nem direcionar o futuro, de forma a impedir este crescimento maduro. Seja na família, nos ministérios, ou na Igreja o que Jesus faria em meu lugar?

Os ninhos nos ramos representam e qualificam o tipo de vida cristã que temos, se temos interesses no corpo ou em nós mesmos. Se tudo que fazemos é para Glória de Deus ou para massagear nosso ego.

Estamos sendo desafiados neste ano de 2013 ao Temor a Deus. E o Espírito Santo espera que a IBEC viva a realidade deste Temor a Deus em todos os relacionamentos, quer seja o relacionamento com o próprio Deus ou com qualquer outro irmão ou irmã.

Com amor, temor e tremor

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