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Avivamento - parte 2
 

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Avivamento - parte 2

Pr. Sergio Lourenço

Como disse no semanário de 07/06/09, o assunto sobre avivamento não se esgota. Sendo assim quero continuar compartilhando, uma vez que nossa comunidade tem sido desafiada a viver pela ação do Espírito Santo, manifestando frutos eternos que sejam condizentes com os efeitos do mover do Espírito em tempos de avivamento.

Avivamento é uma obra de Deus, periódica e poderosa que Ele realiza quando e onde quer. Essa manifestação surpreendente de Deus recoloca a igreja em seu primeiro amor, produz convicção e confissão de pecado, desejo sério de santificação pessoal, renovação das convicções e certezas da fé e do entusiasmo que elas criam, renúncia da soberba e da auto-suficiência, anseio por Deus e prazer de ler com proveito a Palavra de Deus e de orar ao Senhor. O avivamento leva a igreja a redescobrir a pessoa e a obra do Espírito Santo, sem o qual nunca será possível vencer o poder do pecado latente, a pressão do mundo e a força das potestades do ar. Mesmo podendo ter um caráter místico acentuado, avivamento é bem mais do que isso. É o motor de coisas novas, de realizações extraordinárias e de certa duração, na área de devoção, de educação cristã, de evangelização e missões, e de socorro ao sofrimento humano. O avivamento gera preocupação pela pregação do evangelho aos não-alcançados, aos não salvos pela graça de Deus e aos moralmente marginalizados. A história da igreja com seu início narrado no livro de Atos, passa pela reforma no século 16, e registra os avivamentos do século 18, 19 e 20, mostra que esse sopro especial do Espírito Santo induz os crentes a fazerem obras de amor, ajuda e socorro aos pobres e necessitados e a levantarem a voz contra a injustiça social, seja ela qual for e custe o preço que custar.

Olhando para as escrituras vejamos a experiência de avivamento no início da igreja do Senhor Jesus:

“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos” Atos 2:42-47.

“Da multidão dos que criam, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham. Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus, e grandiosa graça estava sobre eles. Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam se segundo a necessidade de cada um” Atos 4:32-35.

Uma marca do avivamento é que os crentes deixam de olhar para si mesmos, os seus próprios interesses não são prioridades, suas atenções são voltadas para o próximo e para Deus.

Que o Espírito Santo encontre este avivamento bíblico na pratica da vida da IBEC.

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