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Avivamento - parte 1
 

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Avivamento - parte 1

 

É bom que se diga que um avivamento em si pode durar pouco tempo, mas os efeitos que ele produz podem ser duradouros. O avivamento é aquele período de tempo em que o Espírito atua maciçamente no meio de um grupo de crentes de um determinado lugar, levando-o a buscar a Deus de forma intensa, deixando de lado a rotina, a frieza, a inércia, os interesses meramente pessoais, o orgulho e soberba, a ganância e os escândalos, deixando tudo que é meramente carnal em si mesmo para buscar e viver para Deus e o engrandecimento do seu reino.

Para entendermos um pouco mais e melhor sobre avivamento, e termos capacidade de reconhecê-lo e livrarmos do perigo do engano, citarei algumas definições de Jonathan Edwards, retiradas do livro “Uma fé Mais Forte que Emoções” escrito em 1746 (se alguém deseja conhecer algo sobre o verdadeiro avivamento, precisa ler e consultar Edwards).

- “O amor a Deus por interesse próprio é uma coisa e o amor a Deus por causa dele mesmo é outra. Não pode haver confusão a esse respeito”.

- “Nenhuma mudança significativa na vida acontece enquanto o coração não é profundamente afetado pela graça de Deus”.

- “É preciso haver entendimento e também fervor, pois se o coração tiver calor sem luz, nada de divino ou celestial haverá nele. Por outro lado, a luz sem calor, ou seja, uma mente repleta de noções, teorias e especulações, com o coração frio e indiferente, também nada terá de divino ou celestial”.

- “As falsas emoções se apresentam com muito mais facilidade do que as verdadeiras. A pompa e a visibilidade fazem parte da natureza da falsa espiritualidade, como acontecia com os fariseus”.

- “O grande dever do cristão é negar a si mesmo. Primeiro, é preciso negar as inclinações e os prazeres mundanos; segundo, é preciso negar a auto exaltação e renunciar à importância pessoal, esvaziando-se a si mesmo”.

- “Um cristão verdadeiro é dez vezes mais convicto das maldades de seu coração e de sua corrupção do que o cristão hipócrita”.

- “O verdadeiro santo sente prazer imenso na santidade, a seus olhos não há nada mais belo”.

Este assunto não se esgota, ainda bem! O que precisamos ter em mente é que o importante é discernir bíblica e espiritualmente os ventos atuais, e lembrar do que Jesus ressaltou: “mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (João 4:14). Em tempo de “Pentecostes”, sempre é bom refletir sobre o avivamento bíblico.

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