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A Sabedoria que Liberta
 

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A Sabedoria que Liberta

 

Pr. Marcos de Almeida

“Então, disse eu: melhor é a sabedoria do que a força, ainda que a sabedoria do pobre é desprezada, e as suas palavras não são ouvidas. As palavras dos sábios, ouvidas em silêncio, valem mais do que os gritos de quem governa entre tolos” (Ec 9.16,17)

 

Nesse contexto temos a luta entre a insignificância e o prestígio. A pequenez de uma cidade contra um grande rei, é refletido no confronto entre uns poucos homens contra um grande arsenal de guerra. A violência e a sabedoria estão frente a frente.

O resultado é a vitória pela sabedoria. Um sábio pobre e insignificante venceu. Como? Ele era mais forte que o rei. “Melhor é a sabedoria do que a força”.

Assim também, temos a sabedoria de Deus ao enviar seu Filho para nos libertar do pecado e da morte iminente. “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Cl 1.13), e “Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (I Pe 3.18).

Nós desejamos propagar tal sabedoria no instante que recebemos sua graça. Porém, a sabedoria nem sempre é prestigiada. Vemos neste texto que ela foi desprezada. A parábola acima é uma advertência, que mostra como pessoas têm memória curta. Ao nos identificarmos com pobre sábio, aprendemos a não contar com nada tão transitório como a gratidão pública, e, por outro lado, a sermos gratos por tão grande salvação.

O tratamento dispensado ao sábio pobre é profético. “A sabedoria do pobre” foi desprezada e as suas palavras não foram ouvidas. Cristo, “era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso”. (Is 53.3).

Vemos a ingratidão da pequena cidade. Os moradores se esqueceram deste pobre homem. Tal ingratidão é vista na vida de muitos que não refletem sobre tudo o que Jesus suportou por eles.

A graça de Jesus: “...pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos”. (II Co 8.9). Ao morrer, não deixou bens materiais, mas derrotou o monarca do inferno por sua infinita sabedoria e por sua graça que foi demonstrada em sua morte e ressurreição.

Jesus, antes de deixar a “pequena cidade”, deixou exemplo e instrução na Ceia: E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim” (Lc 22.29). Toda vez que tomamos o pão e bebemos o cálice, com corações cheios de amor e gratidão, nos lembramos da sabedoria que nos fez tão ricos.

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