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Um amigo ...
 

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Um amigo ...

 

Pr. Marcos de Almeida

"Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado" (Mt 8.8).

Por que um centurião se preocuparia com uma pessoa de tão pouco valor para a sua época? Qual seria o valor de um inválido para Roma?

Roma é um império tremendamente poderoso. O império manda e os povos dominados se submetem. Jesus faz parte de um destes povos dominados. Ele é judeu. O império não reconhece outro senhor, a não ser o imperador. O centurião é uma pessoa importante naquela época. Ele é cidadão romano e simplesmente empregado deste importante império. Ele tinha 100 homens à sua disposição.

Este servo não tinha muito valor. Porém, vemos que é alguém que mereceu todo o esforço desse seu senhor. Ele está preso em sua casa e não pode se sair dela para estar com Jesus. Ele está encerrado numa cama e não tem possibilidades de descer dela para se buscar Jesus. Mais ainda, ele está aprisionado num corpo paralítico que lhe impede qualquer possibilidade de movimento em direção ao Mestre.

Ele realmente necessita de ajuda. Agora é um ninguém mesmo. Alguém que poderia ser sacrificado pois não tem utilidade para a sociedade, ao contrário, talvez só gerasse despesas. Mas, não foi assim que o importante centurião pensou e reagiu. Ele tornou o ninguém em pessoa importante para ele.

O centurião, sendo autoridade romana, se submete a Jesus, que é judeu e por isso, o povo dominado. Isto ocorre por conta desta autoridade inerente a Jesus, e o centurião logo reconhece que está diante de uma autoridade que merece respeito. Jesus Cristo é o Senhor e este centurião mostra na prática que reconhece o senhorio de Jesus, seu poder e autoridade sobre o mal.

Devemos perceber que, ainda que tivesse um alto posto, este centurião não se esqueceu que era humano, dependente totalmente de Deus, pois pode perceber a frágil situação do ser humano. Ele sabia quem podia dar a vida e teve como resultado o louvor de Jesus.

O centurião se posiciona de uma maneira um tanto quanto contrária para a sua época. Ele se coloca na posição de ouvinte, serviçal e, consequentemente, inferior. Agora ele se submete ao próximo, num serviço que ele não precisaria realizar, que não lhe daria retorno, que não lhe renderia promoção alguma. Talvez bem pelo contrário, poderia trazer certo desprezo por alguns de seus parceiros de jornada. Ele rompe por causa do servo, ele rompe por causa de uma causa que vale a pena: o amigo.

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