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Jesus e a política: Uma brevíssima reflexão.
 

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Jesus e a política: Uma brevíssima reflexão.

 

Pr. Luciano Alves Silva

O clima das últimas eleições aqueceu os ânimos de muita gente. Eu tive notícias de brigas terríveis entre familiares, colegas de trabalho, vizinhos, irmãos da mesma igreja por conta deste último pleito eleitoral. E depois que se chegou ao veredicto da reeleição da presidenta, uma vez que ganhou com estreitíssima margem de votos válidos, ai então, muitos que se quer sabiam do que estavam falando, colocaram a culpa nos nordestinos. E outros, riam porque no estado de Minas Gerais o candidato tucano perdeu as eleições.

Mas, enfim, diante dessas confusões todas, comecei a pensar em como Jesus se portava politicamente. E, olhando para as Escritas, percebi que Jesus teve contato com alguns políticos. Tanto com Nicodemos que era membro do Sinédrio, como também com políticos que governavam a palestina da Sua época. Por exemplo, quando soube que o rei Herodes queria matá-lo, disse que o rei se tratava de uma raposa, por conta das suas injustiças (Lc 13.31, 32). Questionado a respeito dos impostos cobrados por Roma afirmou que deveriam ser pagos ao imperador César (Mt 22.21). No episódio do seu julgamento, diante do governador Pôncio Pilatos, admitiu que o poder de governar que tinha Pilatos vinha do alto (Jo 19.11). Mas, sobretudo, enfatizava que existia um reino de justiça e paz que não se poderia alcançar do lado de cá da existência; assim não havia como, num mundo de pecadores, a justiça divina acontecer (Jo 18.36).

Nesses quatro contatos mais específicos que Jesus teve com os políticos da sua época algumas lições podem ser extraídas. A primeira, com Nicodemos, revela que as autoridades, por mais que tenham conhecimento nas áreas em que atuam, precisam nascer de novo. Assim, todas as autoridades devem ser objeto da nossa oração para que sejam alcançadas pela graça de Deus.

A segunda lição mostra que as autoridades também não estão isentas de críticas quando cometem injustiças, haja vista que a respeito de Herodes, Jesus o chamou de raposa, pois queria matá-lo, como matou seu primo, João batista.

A terceira lição, sobre César, Jesus disse que os palestinos deveriam pagar a ele seus impostos, e ele inclusive fez um paralelo entre dar a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus.

E, por fim, a quarta lição mostra que as autoridades são dignas do nosso respeito, pois foi Deus quem as estabeleceu. Essa ideia é ratificada por Paulo quando escreve que toda autoridade foi estabelecida por Deus (Rm 13.1,2).

Assim, se fossemos traduzir como deveríamos nos portar politicamente, olhando para o exemplo de Jesus, nossa postura deveria ser (além de votar sabiamente) orar diligentemente, criticar construtivamente, ser contribuinte incondicionalmente e respeitar as autoridades conscientemente. E que nunca questões de ordem política devem estar acima da marca maior do Reino de Deus, que é o amor que devemos uns aos outros.

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