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Eu continuo crendo em Jesus Cristo
 

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Eu continuo crendo em Jesus Cristo

Eu continuo crendo em Jesus cristo.

Não sei se tanto quanto antes,

Não sei se muito mais ou menos,

Não sei...

Mas, continuo crendo.

 

Crendo que Ele é Deus,

Que virou gente e morou entre os homens,

Que ensinou na praça, na feira, na rua

E até no templo,

Que Deus amava todo mundo!

O ladrão, o banqueiro, o advogado, o bicheiro

A fofoqueira, o vendedor, o professor,

O símplice, o letrado, a prostituta.

De todas as raças: o preto, o branco,

O amarelo, o vermelho, o pardo.

O inocente e o culpado.

Ele ama todo mundo!

 

Eu continuo crendo

Que Ele preferiu os pobres

Da Galiléia, aos ricos da Judeia.

Ainda que Deus não faça acepção de pessoas.

E já vou explicando que,

Embora eu não entenda muita coisa,

Eu continuo crendo.

Sei que minha cabeça tem limites,

Mas as manifestações de Deus,

Enquanto na terra, não.

E mesmo, até hoje, no céu.

 

Eu creio que todo aquele amor

Que Ele despejava no povo:

Fosse curando um cego, um coxo,

um leproso asqueroso.

Fosse perdoando uma pessoa

De usura, de ódio, de amargura.

Fosse amparando a pecadora

Que se dava a todo homem que a procurava.

Fosse ainda, pregando ao ar livre,

Em cima de barcos, nas ruas, nas praias, no tempo.

Fosse fazendo outros milagres:

Era a tempestade que virava uma brisa no mar,

Eram os pães para milhares de gente comer,

Foi a ressurreição do menino, filho único de uma viúva em Naim,

E de Lázaro, irmão de Marta e Maria.

E outros milagres sem fim.

 

Eu creio que um novo momento tinha sido inaugurado,

Uma nova etapa da existência dos homens.

Essas manifestações se levantavam como placas sinalizadoras

Piscando de noite, indicando de dia,

Mostrando de tarde que o Deus de toda alegria

Chegou e agora habitava entre os homens.

 

Mas, eu também creio que foi esse amor esquisito,

Que não cobra nada, que faz porque faz,

Que se entrega por querer,

Que não exige uma via de volta,

Foi isto que despertou inveja nos religiosos.

Religião que, há muito tempo, pode ter nascido boa.

Mas com a sua institucionalização foi sendo comida de bicho,

Foi ficando viscosa, limbenta e não há o que a faça, de novo, boa.

 

Assim (a gente vê isso todo dia),

A religião institucionalizada transforma os homens

Em meros agentes de controle.

Seus lideres deixam de ter nome e passam a ser apóstolo,

Sacerdote, reverendo, pastor,

Presbítero, diácono, auxiliar...

E o nome pessoal deixa de ser usado.

Por fim, o título do cargo é o que agora importa.

Foi uma religião assim que condenou Jesus, o homem bom.

Aliás, Deus entre nós, e um homem nos céus.

 

Eu creio que foi a inveja e a incapacidade de saber explicar

Com a cabeça, quem era Jesus de Nazaré,

Que despertou nos religiosos o desejo de matá-lo.

Eles não sabiam explicar: como ele fazia o que fazia, falava como falava, amava como amava.

Aquilo era um golpe duro:

– ou a gente se converte a Ele, ou o mata,

E joga no monturo. Dá a carne pros corvos comerem.

Os líderes religiosos tramaram, pensaram, tentaram, argumentaram,

Gesticularam, gritaram, cuspiram, desprezaram,

E finalmente, O prenderam!

E nas ruas empoeiradas da cidade Santa,

Arrastava trôpego, sem o controle das ancas,

Uma trave dura de madeira rude. Quem? Jesus.

Aquele trapo imundo, desprezível, fétido, moribundo.

Foi nisso, foi nesse absurdo, que a religião

Transformou Jesus de Nazaré.

E Ele Teve de levar sua pesada cruz,

A cruz da sua condenação

Até fora dos muros da cidade.

 

Pendurado por seis horas, gritou, chorou, se contorceu...

E agora, depois de mais de dois mil anos,

Ainda choro, só imaginando como aquele homem sofreu.

Mas, enfim, embora obedecendo a um propósito mais elevado

Do que a nossa cabeça pode pensar,

Deus usou a religião para O matar.

E na religião a gente sabe que é assim:

ou você canta na nossa cartilha,

Ou o calvário é o seu fim.

Então, Ele morreu.

 

Eu creio que Ele morreu.

Dentre os autores dos evangelhos,

Há Lucas, que era médico.

Se o médico escreveu que Ele morreu,

Isto é também um atestado de óbito.

Foi sepultado num sepulcro novo,

Providenciado por José de Arimatéia,

Um discípulos rico, que inclusive,

Fazia parte do sinédrio.

É, isto é fato, mesmo dentro da religião institucionalizada,

Há os que se convertem mesmo.

Ele foi sepultado, na sexta-feira,

E no domingo de manhã,

Cedinho, ressuscitou dos mortos.

Eu continuo crendo na Sua ressurreição.

 

Daí ele apareceu à mulheres, aos discípulos,

Sejam os doze, os dois do caminho de Emaús,

Ou os quinhentos presentes em Betânia,

Quando Ele foi elevado ao céu.

 

Eu continuo crendo, não sei se mais ou menos,

Mas continuo acreditando que Ele vai voltar,

Voltará para julgar os vivos os mortos,

Para levar sua igreja,

Para um novo “tempo” (ou seria templo)

Em um novo lugar.

 

Enfim, ainda dá tempo de crer também,

Porque, eu também creio que,

A paciência de Deus tem limite,

E, suponho que, já tá pertinho de chegar ao estopim.

 

Só pra elucidar, por fim,

Eu só tenho crido até hoje,

Porque Ele tem me mantido perto de Si.

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