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Como Seremos Lembrados?
 

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Como Seremos Lembrados?

 

Luciano Alves Silva

Quando adentrei as portas daquele templo na Vila Maria, em 1984, jamais imaginei que hoje, depois de trinta e cinco anos continuaria perto de muitos daqueles que vi, pela primeira vez naquela igreja, na minha adolescência.

De fato, muitas coisas aconteceram. A vida de todos mudou bastante. Muitos se foram e mudaram de igreja, muitos morreram, muitos se desviaram, mas também, outros se converteram, e muitos dos adolescentes e jovens daquela época se casaram, geraram filhos, que hoje são jovens crentes e tem permanecido na fé. Os ciclos vão acontecendo e Deus vai mantendo a sua igreja e a comunhão dos santos. Mas, nesse processo conhecemos muitas histórias diferentes: umas tristes, outras alegres e inspiradoras.

Lembro-me de conversar com uma senhora, de uma lucidez ímpar, que poucas vezes vi em pessoas da sua idade. Havia se convertido no final dos anos 1940. Ainda muito jovem casou-se com um diácono, de uma igreja pentecostal. Os anos se passaram e tiveram filhos e netos. E, aos poucos, a fé inicial que tinham foi se apagando, por conta de decepções com pessoas, com lideranças e a falta de assistência aos cultos foi aumentando. Ao fim da nossa conversa aquela senhora me contava que o marido se desviou e, de todos os filhos que teve, nenhum permaneceu na fé e que, além dela, apenas uma neta estava, na ocasião, freqüentando uma igreja neopentecostal. Uma história triste.

Nessa semana, a nossa igreja vivenciou um momento difícil, que foi da morte do irmão José, esposo da irmã Maria, pais do Wellington. Eu me lembro que quando cheguei à IBEC, em 1989, o casal já era do diaconato. Na ocasião eu tinha 19 anos de idade. Eles sempre foram muito amáveis. O irmão José era simpático, brincalhão e muito responsável. E, sobretudo, como testemunhava sua própria esposa, era um intercessor, um homem de oração. Ele morreu ao lado da irmã Maria, sua esposa, naquela triste madrugada de sábado, 11 de maio de 2019.

Contando histórias como essas, lembro-me das palavras de Jesus, que numa ocasião falou aos Seus discípulos: permaneçam em mim e Eu permanecerei em vocês. (João 15.4) Fato é que não vai demorar muito, independente da idade que temos, dentro de 70 ou 80 anos, salvo alguma rara exceção, nenhum de nós estará mais vivo; e então, vão contar a nossa história. E quem contar terá apenas uma das duas alternativas: eles permaneceram em Cristo até o fim; ou, eles abandonaram a fé.

Assim, enquanto estamos por aqui, histórias como a do irmão José e da senhora que permanecia fiel, embora a sua casa tivesse se desviado, devem nos inspirar a permanecer naquilo que fomos ensinados, desde o princípio (I João 2.24), pois disso dependerá o “como” seremos lembrados. Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude nesse processo de permanência nele.

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