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O Batismo nas águas
 

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O Batismo nas águas

 

Pr. Luciano Alves Silva

 

Eu era ainda um menino de 15 anos quando desci às águas batismais, no dia 14 de julho de 1985. Minha família estava lá. Lembro-me da minha mãe, minha irmã e da tia Maria que, de presente me deu um terno completo. Não me continha de tanta alegria. Saí das águas me prometendo mil coisas e, orando a Deus, dizia que o que Ele quisesse eu o faria. Eu não sabia que o ser humano podia ser tão feliz. Mas, eu ainda não tinha a lucidez de entender que o batismo era um símbolo, um ritual externo, de algo que já havia acontecido dentro de mim: o novo nascimento.

Passou o tempo e eu percebi que muito do que eu havia prometido a mim mesmo e a Deus, simplesmente não conseguia cumprir. Vieram então as primeiras crises pós-batismo. Eu pensava comigo mesmo: mas eu continuo pecando. Coisas que antes eu fazia continuavam presentes. E eu me perguntava: mas, eu me batizei, não era para ser diferente?

Então, Deus, por Sua graça, me aproximou de pessoas que me ajudaram muito na compreensão do que era a vida cristã depois do batismo. E também, a leitura das Escrituras me trouxeram paz e discernimento sobre essa nova fase da vida cristã. Claro que tudo aquilo foi um processo e não algo repentino. Processo este vinculado ao meu próprio amadurecimento na fé.

Então, por aqueles tempos de crise, o que ficou claro para mim, em primeiro lugar, foi que o Batismo não alterava minha natureza humana. Assim, embora houvesse me batizado, eu continuava pecador. Eu precisava então continuar lutando contra a minha natureza humana, tendenciosa, desde sempre, ao pecado.

Outro elemento importante naquele momento foi me aproximar, especificamente, de um irmão mais experiente na fé que me ajudou muito em meus conflitos. Isso se dava através da confissão e da oração conjunta. Assim, criamos uma espécie de "vínculo discipular". Naquele tempo, um dos textos mais importantes que Deus colocou no meu coração foi o de Tiago 5.16 "confessem e orem uns pelos outros para serem curados".

E eu entendi também que eu deveria me apegar às Escrituras para ler, meditar e me fortalecer na fé. Por aqueles tempos eu lia longos trechos das Escrituras e ficava pensando sobre eles.

Enfim, até hoje viver a vida cristã é um grande desafio. Especialmente neste momento de tantas opções, aparentemente mais interessantes do que uma vida piedosa; mas continuo crendo que aquele que começou a boa obra no meu coração vai me aperfeiçoando, até o dia em que Ele voltar. Isso não me isenta de cair. Mas, admito que, pior do que cair, é insistir em não se levantar.

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