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A Alegria e a Responsabilidade da Paternidade
 

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A Alegria e a Responsabilidade da Paternidade

 

Pr. Luciano Alves

Há muitas maneiras de ser pai. Há os que tem filhos com a própria esposa e há os que adotam filhos. Nesse último caso, lembro-me de ter participado de um encontro do MEN (Movimento Evangélico Nacional) em Curitiba, ocasião em que a temática do evento tratava da questão: Crianças abandonadas em condição de rua. No evento um missionário norte-americano, se me recordo bem, tinha seis filhos adotivos, além dos que havia tido com a própria esposa.

Para além desses casos, há o caso dos filhos chamados espirituais, ou para usar a expressão paulina, "filhos na fé". Embora, quando escreve aos gálatas o apóstolo Paulo usa a figura da mãe que dá à luz quando diz: "(...) novamente estou sentindo dores de parto, por sua causa, até que Cristo seja formado em vocês" (Gl 4.19), os adverte como pai para que não abandonem o evangelho que lhes repassou. E o caso mais emblemático desse vínculo paternal do apóstolo é sua relação com Timóteo. Ele abre sua primeira epístola a Timóteo dizendo que este é seu verdadeiro filho na fé (I Tm 1,2; 1.18).

É muito especial ser pai natural. Abraçar os filhos e tê-los por perto, saber que quando voltamos para casa estarão por lá nos esperando. Mas, fato é que pela soberania de Deus, muitos não são pais naturais e nunca o serão. Mas todos os crentes em Cristo podem sim ser pais espirituais, "pais na fé" de filhos e filhas. E, assim como existe uma alegria no coração paterno por ter gerado um filho, também há muita alegria quando nos tornamos pais (ou mães) espirituais, que levaram pessoas ao conhecimento de Cristo.

Sabemos que o milagre do novo nascimento só é possível se Deus o realizar, mas temos a responsabilidade de orientar os passos de pessoas na direção de Deus, o Pai Eterno; ainda que não haja, infelizmente, garantias de que nossos filhos ficarão firmes naquilo que foram ensinados. É importante lembrar que filhos não são objetos, sem vontade própria. Antes, são seres humanos que na fase adulta de suas vidas farão suas próprias escolhas. Mas, o risco é menor quando são bem orientados e se firmam desde a infância na Palavra de Deus. Daí a importância do pai crente na condução da sua casa.

Assim, fica esse grande desafio para todos nós. Podemos nunca ter a oportunidade de gerar filhos naturais, mas sempre teremos a possibilidade de gerar filhos espirituais que vivam para a glória de Deus. E se somos pais de filhos naturais, temos essa dupla responsabilidade, tanto de orientar aos nossos próprios, como de anunciar o Reino, aumentando assim o berçário celestial. Parabéns papai!

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