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Devocionais - Pr. Adilson Ferreira
 

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Devocionais - Pr. Adilson Ferreira

Chorar, orar e servir

 

Pr. Adilson Ferreira

“Quando ouvi essas coisas, sentei-me e chorei.

"Passei dias lamentando, jejuando e orando ao Deus dos céus.”

(Neemias 1:2-4) (leia cap.1 e cap. 2 até vers. 8) 

 

Sobre Neemias e Hanani, seu irmão; somos levados a pensar na necessidade deles (povo de Judá), e depois do próprio Descendente da Tribo de Judá, chegando até nós (a igreja de Cristo), necessidade de vivermos em adoração e total reverência ao Pai Celeste. E isto envolve a busca da “proteção” e “direção” do Senhor. (isto é; restaurar os muros, e o culto a Deus com a leitura da Sua Santa e Bendita Palavra).

Seja em uma oração quase que instantânea (uma pausa quase imperceptível na sua conversa com o rei), ou em uma oração durante quatro meses diante de Deus, onde ele colocava a própria Escritura Sagrada como argumento diante do Senhor, Neemias não se deixava se envolver com os seus afazeres, por mais importantes que fossem, sem que “conversasse” com Deus, colocando tudo diante do Pai. Isto, é uma demonstração de que ele tinha confiança plena em Deus, antes, ele reverenciava o Senhor e Sua Soberania, antes ainda, ele tinha conhecimento de quem é Deus.

Hoje; vivemos tempos de grande degradação da humanidade. Nós e nossas famílias, nossos parentes, amigos, irmãos de fé, compatriotas, estamos sofrendo e morrendo por causa da opressão do inimigo dos homens. As pessoas de bem vão sendo humilhadas diante da enorme corrupção humana. Não se encontra proteção e nem direcionamento para aqueles que querem ter uma vida reta, justa e no temor de Deus. E o que temos feito pra reverter isso?

Tal como Neemias, deveríamos: (sem nenhuma intenção de generalização, fato é que muitos crentes não conseguem fazê-lo).

Conhecer a Deus. (Como confiar em que não conhecemos?). - Reverenciar o Soberano (relacionamento com Deus). - Confiar em Deus (Nada pode ser melhor do que Deus faz).

E a partir disso: Sentir a dor dos outros. - Chorar por pessoas que sequer conhecemos. - Se colocar como intercessor, clamando pelo perdão do Senhor. - Ter atitude de busca de solução. - Se colocar à disposição do Senhor como servo útil a serviço do REI.

Comece em tua casa, com tua família. Neemias se compadeceu de seu povo, orou a Deus e se colocou como instrumento de benção para eles.

Teu povo, tua casa, precisa de alguém como Neemias. Seja você.

Raiz do Avivamento

 

Pr. Adilson Ferreira

"Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia." Habacuque 3:2

O texto de Habacuque, muitas vezes é interpretado como se o “avivamento da obra do Senhor” acontecesse com grandiosos acontecimentos e ou eventos espetaculares. E o que se faz é buscar por coisas, ou cultos, ou movimentos, que atendam a essa expectativa da “grandiosidade do avivamento”.

No primeiro livro de Reis, cap. 19, versos 11 e 12 lemos que Deus se apresentou para Elias numa “brisa suave”, e não num “vento fortíssimo e poderoso”, nem num “terremoto”, e nem tampouco num “fogo”.

Em outubro de 2015 numa conferência para pastores, eu vi e ouvi o Pr. Dr. Russel Shedd pregando: “Avivamento tem suas raízes no arrependimento. Onde não há arrependimento, não haverá avivamento.”

Note que em sua oração o profeta Habacuque clama por misericórdia (na tua ira lembra-te da misericórdia). Pois ele bem sabia que precisamos da misericórdia de Deus o tempo todo. Pois, assim como também sabemos; somos todos pecadores e estamos destituídos de sua presença.

Precisamos nos posicionar com consciência cristã, entendendo que somos devedores. E que jamais nos faremos merecedores da misericórdia do Senhor.

“Arrependei-vos”, clamava João Batista. “Arrependei-vos”, dizia o próprio Senhor Jesus Cristo em seu mistério terreno. “Arrependei-vos”, pregavam Pedro e os outros apóstolos.

Digo hoje: Arrependei-vos!

Quer momento mais silencioso do que quando da contrição de coração e do arrependimento?

“Avivamento ocorre quando uma igreja recupera o seu primeiro amor, aquele amor cheio de ‘entusiasmo’, que é apenas uma palavra grega pra dizer que você está cheio de Deus.” (R. Shedd – out/2015).

Aliás, um grandioso acontecimento ou evento espetacular é o que ocorre quando filhos de Deus voltam a sentir sede dEle.

Sejamos crentes avivados! Voltemos a Deus com coração contrito, em chamas, fervendo por cristo. Em arrependimento. Todos os dias! Pois não há um só dia que não precisemos do perdão misericordioso do nosso Senhor.

Façamos isso valer no ambiente familiar. Em nossas casas. Com os nossos mais queridos irmãos – Os nossos filhos, ou nossos pais.

Uma família avivada é uma família que se arrepende, e que se volta ao primeiro amor a Deus.

Que Deus nos abençoe!

Família e fé

 

Pr. Adilson Ferreira

Rute, porém, respondeu: "Não insistas comigo que te deixe e não mais a acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares ficarei! O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus! (Rute 1.16)

 

A história de Rute e sua sogra Noemi, é uma das páginas da Bíblia cujo romantismo enche os nossos corações. Texto, que apesar da ausência de um casal (pois o marido já havia falecido), mas pela riqueza da declaração ali expressa, é habitualmente usado em cerimônias de casamento, embelezando e fundamentando ministrações aos casais recém-formados.

Resumidamente, Noemi (Judia) fica viúva. Suas duas noras (Moabitas), também perdem seus maridos. Noemi, que estava em terras estrangeiras, resolve voltar para sua casa, e racionalmente, orienta as noras a voltarem para suas terras, para o seio das suas famílias, pois ela mesma não teria nada mais para oferecer a elas como sustento e proteção.

Uma delas, Rute, não aceitou o conselho e resolveu ficar com sua sogra. A declaração dada por ela, mostra a razão dessa decisão.

Rute faz uma declaração que vai além do amor que ela realmente nutria por sua sogra.

A declaração de Rute é uma poderosa declaração de fé.

Bem se vê que Elimeleque, seu falecido sogro, junto com Noemi, sua sogra, fomentaram no âmbito familiar, uma forte base de fé, orientada pela Palavra de Deus. Eles sabiam exatamente “em quem” crer, e confiar.

O testemunho de Rute, nos faz crer que aquela família era uma família piedosa, e cuja adoração era dirigida corretamente ao Deus de Israel. E que os sogros, se empenharam e conseguiram transmitir aos filhos e noras, a necessidade de se render aos pés do Senhor, em todo tempo.

Rute declarou, O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus! Que louvável decisão daquela mulher. Independente da pouca condição de sua sogra, Rute entende que, viver, ainda que precariamente, com Noemi adorando ao Deus verdadeiro, seria melhor do que buscar segurança em um novo casamento junto aos seus compatriotas.

A continuidade da história revela quão bom foi Deus para com ela, providenciando o casamento com Boaz.

O exemplo desta família nos leva a pensar: Como está a nossa vida de fé em família? Será que as próximas gerações também seguirão firmados em Deus e na Sua Palavra? Temos vivido o Evangelho Verdadeiro? Conseguimos, mais do que falar, praticar de forma exemplar, o Cristianismo?

Não pretendo responder essas perguntas. Mas é muito importante que cada um de nós, pensemos gravemente nisto. Esse exercício de pensamento, deve nos levar a uma vida devocional dedicada a Deus.

Oro a Deus para que todas as famílias da terra possam sentir necessidade de Deus. E para que nós, em nossas casas, estabeleçamos um lugar da manifestação do Senhor - em nós e em nossos queridos.

E só pra lembrar: De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. (Romanos 10:17 (ACF))

Leia a Bíblia.

Que Deus os abençoe!!!

Improváveis

 

Pr. Adilson Ferreira

... o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração. (1 Samuel 16:7)

A atitude do atleta espanhol Ivan Fernandez numa corrida, em dezembro de 2012 na Espanha foi memorável. Ele era o segundo colocado da prova quando viu Abel Mutai, um queniano que liderava com folga, diminuir o ritmo a menos de 20 metros da linha de chegada, pensando já ter vencido. Ao invés de aproveitar para ultrapassá-lo e vencer a corrida, Ivan mostrou o que era mais importante para ele, e fez questão de alertar o queniano que veio a ser o campeão olímpico dos 3 km com obstáculos.

Perguntado: -Mas, por que o senhor fez isso? Ele respondeu: -Mas o que eu fiz? –O senhor deixou de ganhar a corrida para dar a vitória ao seu concorrente. –Eu fiz o que tinha que ser feito. Eu não merecia vencer. Ele era o real vencedor da prova, liderava com folga e eu não tinha condições de vencê-lo. Ele cometeu um erro e eu não poderia me aproveitar daquilo.

Ele não ganhou a medalha de ouro, mas aquilo o transformou num exemplo mundial.

Ele não era o melhor corredor, mas foi ele quem teve o maior destaque naquele evento.

Ele não era o melhor, mas até hoje é lembrado como um herói. Seu feito: Honestidade. Deus coloca pessoas improváveis a servi-lo. Ele nos vê de forma diferente. Moisés foi escolhido por Deus para ser o libertador do Seu Povo. Ele era fraco, e no seu complexo de inferioridade ele disse: -Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?

Para Gideão, um homem extremamente inseguro (-eu sou o menor na casa de meu pai.), Deus prometeu a sua presença garantindo-lhe a certeza do cumprimento de sua tarefa. Davi, um homem segundo o coração de Deus, foi considerado inapto por seu próprio pai: -Davi é muito jovem para estar aqui, certamente ele não fará falta. Mas sim, ele era o escolhido de Deus. E também os discípulos, que eram homens comuns, sem grandes qualidades para que fossem escolhidos por Jesus. Mas eles foram. E por último, Saulo, perseguidor da igreja, que foi transformado em Paulo, para ser o pregador dos gentios e plantar igrejas pelo mundo.

É isso que Deus faz: Transforma os improváveis em instrumentos de bênçãos.

Se você pensa: -eu não consigo, -não sou capaz, -tem gente melhor que eu para fazer a obra de Deus. Mude seu pensamento. Deus quer nos usar e Ele tem poder para isso. A igreja tem papel fundamental na proclamação do Evangelho, e somos parte disso. “Mesmo que seja sem falar”.

Como? Faça como Isaias. Apenas diga: Eis-me aqui Senhor. Envia-me a mim!

Amar, verbo intransitivo

 

Pr. Adilson Ferreira

 

Respondeu Jesus: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. (Mateus 22.37-39).

 

Verbo Intransitivo?

A obra de Mario de Andrade com o título “Amar, Verbo Intransitivo”, mostra uma ambiguidade ao longo de toda a obra, que apresenta o narrador sob o significado intransitivo, quando sabemos que o verbo “amar” é transitivo.

Verbos intransitivos, têm significado completo, não exigem objeto para completar o seu sentido. Referem-se a ações isoladas e autônomas. Já os Verbos transitivos, têm sentido incompleto, precisam de complemento para terem sentido. Referem-se a uma ação relacional.

Amar é Verbo Transitivo, pois, quem ama, ama alguém. Ex.: Amar o Senhor! Amar o próximo!

Não haverá amor, se não houver, um que ame e outro que seja amado. Isso é ser transitivo. No exercício do amor, sempre, alguém será amado. Todo ato de amor tem um alvo. Jesus nos dá os alvos do nosso amor: Deus, nós mesmos, e o nosso próximo.

O texto acima fala que o amor deve ser “de todo o seu entendimento”, o que nos diz que amar implica em decisão. Não acontece de maneira mágica ou sobrenatural, mas é uma decisão racional. Nós escolhemos amar, e quem amar.

Só entendendo isso podemos cumprir a Palavra de Deus nos ensinos sobre o amor, por exemplo quando diz para amarmos nossos inimigos. (Mt 5.44). É difícil sim, mas perfeitamente possível, pois como João diz no evangelho: ... o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. (1 Jo 4.7). Temos a presença de Deus em nós; então precisamos deixar Deus agir, em nós, e através de nós.

O crente em Jesus aprende com Ele e age como Ele. Devemos amar como Jesus nos amou. E aqueles que tomam decisão de amar carregam consigo todo um pacote de boas qualidades, apenas porque, racionalmente, resolvem amar alguém.

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1 Co 13.4-7). Todas essas virtudes podem fazer parte de cada um de nós.

Aproveite essa época de confraternizações e exercite o amor amplamente.

Não existe mandamento maior do que amar (Marcos 12.31).

Vamos amar mais!


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