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Devocionais - Pr. Adilson Ferreira
 

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Devocionais - Pr. Adilson Ferreira

Improváveis

 

Pr. Adilson Ferreira

... o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração. (1 Samuel 16:7)

A atitude do atleta espanhol Ivan Fernandez numa corrida, em dezembro de 2012 na Espanha foi memorável. Ele era o segundo colocado da prova quando viu Abel Mutai, um queniano que liderava com folga, diminuir o ritmo a menos de 20 metros da linha de chegada, pensando já ter vencido. Ao invés de aproveitar para ultrapassá-lo e vencer a corrida, Ivan mostrou o que era mais importante para ele, e fez questão de alertar o queniano que veio a ser o campeão olímpico dos 3 km com obstáculos.

Perguntado: -Mas, por que o senhor fez isso? Ele respondeu: -Mas o que eu fiz? –O senhor deixou de ganhar a corrida para dar a vitória ao seu concorrente. –Eu fiz o que tinha que ser feito. Eu não merecia vencer. Ele era o real vencedor da prova, liderava com folga e eu não tinha condições de vencê-lo. Ele cometeu um erro e eu não poderia me aproveitar daquilo.

Ele não ganhou a medalha de ouro, mas aquilo o transformou num exemplo mundial.

Ele não era o melhor corredor, mas foi ele quem teve o maior destaque naquele evento.

Ele não era o melhor, mas até hoje é lembrado como um herói. Seu feito: Honestidade. Deus coloca pessoas improváveis a servi-lo. Ele nos vê de forma diferente. Moisés foi escolhido por Deus para ser o libertador do Seu Povo. Ele era fraco, e no seu complexo de inferioridade ele disse: -Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?

Para Gideão, um homem extremamente inseguro (-eu sou o menor na casa de meu pai.), Deus prometeu a sua presença garantindo-lhe a certeza do cumprimento de sua tarefa. Davi, um homem segundo o coração de Deus, foi considerado inapto por seu próprio pai: -Davi é muito jovem para estar aqui, certamente ele não fará falta. Mas sim, ele era o escolhido de Deus. E também os discípulos, que eram homens comuns, sem grandes qualidades para que fossem escolhidos por Jesus. Mas eles foram. E por último, Saulo, perseguidor da igreja, que foi transformado em Paulo, para ser o pregador dos gentios e plantar igrejas pelo mundo.

É isso que Deus faz: Transforma os improváveis em instrumentos de bênçãos.

Se você pensa: -eu não consigo, -não sou capaz, -tem gente melhor que eu para fazer a obra de Deus. Mude seu pensamento. Deus quer nos usar e Ele tem poder para isso. A igreja tem papel fundamental na proclamação do Evangelho, e somos parte disso. “Mesmo que seja sem falar”.

Como? Faça como Isaias. Apenas diga: Eis-me aqui Senhor. Envia-me a mim!

Amar, verbo intransitivo

 

Pr. Adilson Ferreira

 

Respondeu Jesus: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. (Mateus 22.37-39).

 

Verbo Intransitivo?

A obra de Mario de Andrade com o título “Amar, Verbo Intransitivo”, mostra uma ambiguidade ao longo de toda a obra, que apresenta o narrador sob o significado intransitivo, quando sabemos que o verbo “amar” é transitivo.

Verbos intransitivos, têm significado completo, não exigem objeto para completar o seu sentido. Referem-se a ações isoladas e autônomas. Já os Verbos transitivos, têm sentido incompleto, precisam de complemento para terem sentido. Referem-se a uma ação relacional.

Amar é Verbo Transitivo, pois, quem ama, ama alguém. Ex.: Amar o Senhor! Amar o próximo!

Não haverá amor, se não houver, um que ame e outro que seja amado. Isso é ser transitivo. No exercício do amor, sempre, alguém será amado. Todo ato de amor tem um alvo. Jesus nos dá os alvos do nosso amor: Deus, nós mesmos, e o nosso próximo.

O texto acima fala que o amor deve ser “de todo o seu entendimento”, o que nos diz que amar implica em decisão. Não acontece de maneira mágica ou sobrenatural, mas é uma decisão racional. Nós escolhemos amar, e quem amar.

Só entendendo isso podemos cumprir a Palavra de Deus nos ensinos sobre o amor, por exemplo quando diz para amarmos nossos inimigos. (Mt 5.44). É difícil sim, mas perfeitamente possível, pois como João diz no evangelho: ... o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. (1 Jo 4.7). Temos a presença de Deus em nós; então precisamos deixar Deus agir, em nós, e através de nós.

O crente em Jesus aprende com Ele e age como Ele. Devemos amar como Jesus nos amou. E aqueles que tomam decisão de amar carregam consigo todo um pacote de boas qualidades, apenas porque, racionalmente, resolvem amar alguém.

O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1 Co 13.4-7). Todas essas virtudes podem fazer parte de cada um de nós.

Aproveite essa época de confraternizações e exercite o amor amplamente.

Não existe mandamento maior do que amar (Marcos 12.31).

Vamos amar mais!


Soli Deo Gloria

 

Pr. Adilson Ferreira

"Eu sou o Senhor; esse é o meu nome! Não darei a outro a minha glória nem a imagens o meu louvor.” (Is 42.8)

Esse termo vem do latim e significa, “Gloria somente a Deus”.

Sabemos da existência de todo tipo de adoração a outros deuses, que contrariam os mandamentos de Deus. Isso é idolatria. Eis os mandamentos que Seu Filho Jesus ratifica, dizendo que Amar a Deus é o primeiro mandamento.

Sabemos também das mais variadas formas de idolatria que se vê no mundo e em todas as épocas. Nisto se inclui, entidades, coisas, pessoas; e até, a si próprio, quando o homem tenta, por exemplo, satisfazer as suas concupiscências carnais. Deus conhece tudo isso, e nos conhece também. Afinal, somos criaturas suas. Então, Ele mesmo nos diz: “Soli Deo Gloria”.

É um princípio segundo o qual toda a Glória é devida a Ele, e somente a Ele, haja vista, a salvação ser obra exclusiva de sua vontade e ação. A Reforma Protestante trouxe de volta o valor da adoração única à Trindade Santa. Martinho Lutero com outros reformadores entenderam que homens, até mesmo os santos canonizados pela Igreja Católica Romana, os papas e toda a hierarquia eclesiástica NÃO eram dignos da glória que ostentavam. Isto nos ensina: Não devemos exaltar pessoas por suas boas obras, e sim glorificar a Deus, pois Ele é o criador das pessoas e autor das boas obras delas.

“Usamos a frase glória de Deus com tanta frequência que ela tende a perder sua força bíblica. Mas essa glória, como o sol, não é menos ardente - e não menos benéfica - porque as pessoas a ignoram. No entanto, Deus odeia ser ignorado. “Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos livre”. (Sl 50.22). Então, vamos nos concentrar novamente na glória de Deus ...” (John Piper – Artigo do site Ministério Fiel em 31/10/13).

O objetivo de tudo e de todos é unicamente dar glória a Deus. Nós, igreja de Cristo, façamos isso anunciando o Evangelho a todos quanto pudermos. “Anunciem a sua glória entre as nações, seus feitos maravilhosos entre todos os povos!” (Sl 96.3).

E por fim, lembro uma das últimas palavras ministradas pelo Pr. Dr. Russel Shedd. Ele disse para nós, o que nos cabe em questão de glória – A glória futura – “... a alegria que nós sentiremos na presença de Deus”; e que tem base na carta de Paulo aos Romanos que diz: "Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo, se de fato participamos dos seus sofrimentos, para que também participemos da sua glória. Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada." (Rm 8.17-18). E também por isso; Soli Deo Gloria!

Somos parábolas de Jesus

 

Pr. Adilson Ferreira

 

“Com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes anunciava a palavra, tanto quanto podiam receber. Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola.

Quando, porém, estava a sós com os seus discípulos, explicava-lhes tudo.” (Mc 4.33,34)

 

“Uma parábola é uma história cuja intenção é criar uma comparação entre uma coisa conhecida e uma desconhecida, o objetivo sendo iluminar a coisa desconhecida, de forma a trazer ao ouvinte algo de novo, imprevisto e surpreendente. A história de Jesus é uma parábola de Deus, porque Jesus é um homem e pode ser visto, enquanto Deus é Espírito e não pode ser visto. A vida de Jesus é a história de Deus e do amor de Deus; e à medida que ouvimos e cremos na história de Jesus, Deus realmente chega a nós! ... se Jesus é a parábola de Deus, e pregar a história de Jesus traz Deus às pessoas, então, se vivermos nossas vidas, seguindo a Jesus, talvez nossa vida possa trazer Jesus às pessoas. Talvez possamos ser parábolas de Jesus.” (David Hansen, Arte de Pastorear).

David Hansen falava a respeito da vida pastoral. Porém, a ideia de que as pessoas que não conhecem a Jesus podem se achegar a Ele através de nossa vida e testemunho, não se limita aos pastores, isso se aplica sim, a todos os crentes que querem refletir o Reino da Luz. Jesus mesmo disse: "Quem recebe vocês, recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou.” (Mt 10.40). Se realmente queremos ser parábolas de Jesus então é essencial observarmos o ministério de Jesus e o roteiro de sua vida.

O ministério de Jesus deve ser o alvo da nossa vida com Ele. Jesus em seu ministério, sempre esteve envolvido com a Palavra de Deus, a oração, a caridade, e principalmente, Ele vivia uma vida sacrificial que o conduzia a cruz. Ele mesmo, insistentemente, nos manda seguí-lo. E se o caminho dEle O leva à cruz, então qual deve ser o nosso alvo? "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mc 8.34).

Nisto está o dever de todo crente: Iluminar o mundo com a presença de Jesus em nós. Ele o cabeça da igreja, e nós o corpo. Onde a igreja for vista, deverá ser vista também a imagem de Jesus Cristo, o filho do Deus Altíssimo, criador de todas as coisas.

Queridos irmãos, nossa vida tem que ser o reflexo de Jesus Cristo. Cuidemos disso. Isso depende de nós, somente de nós! Obviamente, o Espírito Santo nos ajuda nesse processo de sermos cada dia mais parecidos com Jesus. Mas, a decisão de buscar isso, é nossa. É de cada um de nós, individualmente. E para que cheguemos a isso, façamos como Ele mesmo fez: Jesus sempre esteve envolvido com a Palavra de Deus, a oração, a caridade e vida sacrificial.

Jesus disse: ”... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém." (Mt 28.20).

Que Deus nos abençoe, nos ajude, e nos use como Parábolas de Jesus.

A Igreja de Cristo

 

Pr. Adilson Ferreira

“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja,

e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt 16.18)

 

Eu acredito na “Igreja de Cristo”. Essa Igreja tem sua base no próprio Senhor, o qual é “O Cabeça” desse “corpo invisível”, e também é a nossa “Pedra Angular” (alicerce). Igreja que tem base também na “Palavra de Deus”, que é a nossa única regra de fé e prática.

Eu acredito na Igreja que o Senhor plantou, amparou e capacitou, para nessa terra representar o Seu Reino. A igreja somos nós mesmos. Nós, os que confessamos o nome de Jesus, e nos dedicamos a proclamação do Evangelho Verdadeiro.

Em seu livro, "O que é a Igreja?",  R. C. Sproul escreve o seguinte: “Você é um membro da igreja invisível? A igreja invisível é uma igreja que sempre desfruta de unidade porque verdadeiramente somos um em Cristo. ... Todos que estão em Cristo e todos em quem Cristo está são membros de sua igreja invisível. Aquela unidade já está presente, e nada pode destruí-la. Isso não significa que podemos descansar nisto. Não podemos simplesmente nos satisfazer com a unidade da igreja invisível. Ainda deveríamos estar trabalhando o máximo possível para uma verdadeira unidade da igreja visível.”

Ele cita também as concepções de Agostinho de Hipona, que foi um importante bispo cristão e teólogo dos séculos 4º e 5º. Ele fala das concepções sobre a ideia da invisibilidade da igreja. Hoje essa ideia é bastante distorcida, levando as pessoas a colocarem a igreja visível em contraposição com a igreja invisível.

É nesse ponto que precisamos rever o nosso conceito de igreja visível, militante, que está instalada na terra. Essa igreja (visível) não pode ser outra, que não contenha dentro dela a igreja invisível. Ou seja, ainda que existam dentro das igrejas locais de hoje, pessoas que não herdarão o Reino dos Céus (Mt 25-30, 46), essa igreja visível, onde congregamos, tem que refletir a Noiva de Cristo (a invisível). É como se a Igreja Invisível estivesse dentro da Visível.

Nós que estamos em Cristo Jesus, e que nos posicionamos como Servos do Senhor, somos chamados para a Comunhão (Koinonia) com essa igreja. Somos chamados para a Adoração, segundo os preceitos Cristãos. Por isso, devemos nos posicionar como aquela, imaculada, sem manchas e nem rugas, que o Senhor virá buscar.

Não há como fazer parte da Igreja de Cristo se não houver um envolvimento sério, honesto, e espiritual com a igreja local. Do contrário, seria como desprezar a Noiva de Cristo.

Somos sim, representantes do Reino de Deus na Terra. Então queridos, ... vivamos como tais.

“Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio." (II Co 5.20a)

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