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Devocionais - Pr. Adilson Ferreira
 

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Devocionais - Pr. Adilson Ferreira

Vaidade

 

Pr. Adilson Ferreira

 

“Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus.

Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas." (Cl 3:1,2).

 

O apóstolo Paulo fala do que realmente interessa ao crente. Essa é uma Palavra para aqueles que “ressuscitaram com Cristo”, ou seja, a Igreja do Senhor. E não é algo que foi importante apenas para os crentes de Colossos, mas desde o Éden já havia a necessidade de se dedicar as coisas do alto.

O sábio Rei Salomão escreve em Eclesiastes a respeito da vaidade. E há indicações de que ele fazia alusão ao texto de Genesis 3 que fala da queda do homem. Isto porque temos uma forte e maligna tendência de pendermos para as coisas terrenas. E assim é desde Adão.

Note em Genesis os três passos da queda do homem: O desejo dos olhos, o desejo da carne e a soberba da vida - A Tríade da Tentação. Tudo vaidade!

E o que é vaidade? Vaidade é tudo o que não tem valor permanente.

Salomão já nos primeiros capítulos de Eclesiastes faz uma exposição daquilo que ele viu em si mesmo. Ele diz nos versos 10 e 11 do segundo capítulo: “Não me neguei nada que os meus olhos desejaram; não me recusei a dar prazer algum ao meu coração. ... Contudo, quando avaliei ... percebi que tudo foi inútil, foi correr atrás do vento; não há qualquer proveito no que se faz debaixo do sol.

Note o esboço do início do livro: O fracasso da vida secular (Ec 1:2-11), o fracasso da sabedoria em satisfazer a vida secular (1:12-18), e o fracasso da busca do prazer na satisfação da vida secular (2:1-11).

Salomão nos diz que tudo que fazemos nesta vida terrena, com interesses terrenos, é como correr atrás do vento.

Me lembro do testemunho do Pr. Shedd, contando de seu pai quando o levou a uma grande loja de departamentos e dizendo a ele ainda criança: -Filho, eu nunca vi tanta coisa que nós não precisássemos. (resumidamente em minhas palavras).

Assim é com todas as coisas que não tem valor permanente. Desejamos, porque, ainda que temporário, nos faz bem, e porque queremos ser melhores do que somos aos olhos dos homens. Mas, ... não precisamos dessas coisas.

Continuamos como Salomão; “debaixo do sol”. Assim, é necessário sabedoria de Deus para reconhecermos o que é importante para a vida cristã. Como adquiri-la? Salomão ensina: Pedindo ao Senhor em oração. (1Rs 3.10).

Quer saber?!? Fiquemos com as coisas que são do alto. O resto, é tudo vaidade!

A Dupla Identidade da Igreja

 

Pr. Adilson Ferreira

Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. (João 17:18ACF).

Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:2NVI).

 

Em seu livro “A Igreja Autêntica”, John Stott diz o seguinte:

“Há um terceiro modo de compreender a igreja, que combina o que é verdadeiro nas duas imagens falsas e reconhece que temos uma responsabilidade tanto de adorar a Deus como de servir ao mundo.”

Como relata Stott pouco antes desse parágrafo, essas duas imagens falsas citadas, são: Primeiro, a imagem falsa de clube religioso (ou cristianismo introvertido), onde os membros se consideram pessoas religiosas que gostam de fazer coisas juntas. E a segunda, oposta, é a missão secular (ou cristianismo sem religião), quando na década de 60, para alguns pensadores cristãos, a igreja lhes parecia tão incorrigivelmente concentrada, compenetrada, em seus próprios afazeres domésticos triviais que eles resolveram abandoná-la. E trocaram a igreja pela cidade secular. Não estavam mais interessados em “serviço de adoração”.

Stott continua relatando sobre o terceiro modo de compreender a igreja:

“Essa é a dupla identidade da igreja (ou o cristianismo encarnado). Por dupla identidade quero dizer que a igreja é um povo que foi tanto chamado para sair do mundo para adorar a Deus quanto devolvido ao mundo para testemunhar e servir. Essas são, na verdade, duas das marcas clássicas da igreja. De acordo com a primeira, a igreja é santa, separada para pertencer a Deus e adorá-lo. De acordo com a segunda, a igreja é apostólica, enviada ao mundo em sua missão. Em outras palavras, podemos dizer que a igreja é convocada por Deus para ser simultaneamente santa (distinta do mundo) e mundana (não no sentido de assimilar os valores e padrões do mundo, mas no sentido de renunciar ao sobrenatural e, em vez disso, imergir na vida do mundo).”

Jesus Cristo fez isso. Ele veio ao mundo e encarou a realidade da nossa humanidade. porém, nunca se contaminou com a nossa realidade perdida. “Ele foi a perfeição da santa mundanidade.”

E nós, a igreja de Cristo, o corpo de Cristo, temos a missão de levar “a boa notícia” ao mundo, como “cartas vivas” enviadas para que leiam as suas Palavras (2Co 3.2).

Façamos isso! Com toda diligência e prudência. Sem medo de se contaminar, pois temos da parte do Senhor a ordem e a proteção. Como está escrito na oração do Filho ao Pai: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” (João 17:15 ARC).

São Paulo, 466 anos

 

Pr. Adilson Ferreira

“... de repente brilhou ao seu redor uma luz vinda do céu. Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: "Saulo, Saulo, por que você me persegue?

" Saulo perguntou: "Quem és tu, Senhor? " Ele respondeu: "Eu sou Jesus, ... - (Atos 9.3-5).

  

Esta semana comemoramos o aniversário da cidade de São Paulo. É onde estamos situados, e como cidadãos paulistanos, celebramos o seu aniversário. Parabéns São Paulo!

Talvez você não saiba a origem do nome da nossa cidade. Segundo historiadores, no dia 25 de janeiro é celebrado pela Igreja Católica, o aniversário da conversão do apóstolo Paulo.

Assim escreveu José de Anchieta em carta enviada aos jesuítas: A 25 de Janeiro do Ano do Senhor de 1554 celebramos, em paupérrima e estreitíssima casinha, a primeira missa, no dia da conversão do Apóstolo São Paulo e, por isso, a ele dedicamos nossa casa! ... Ass.: José de Anchieta.” (1)

Eu não sei se essa data da conversão de Paulo está correta, mas José de Anchieta registrou isso. E foi isso que deu origem ao nome da cidade de São Paulo. Porém, o que eu, com alegria ressalvo aqui, é a importância do ato soberano de Deus salvando Paulo. O que foi, sobremaneira, importante; não só para ele mesmo, por ter a vida eterna garantida, com Deus na glória, mas, especialmente, para nós receptores de suas palavras, escritas por inspiração divina em suas cartas às igrejas do primeiro século, e às nossas igrejas nos dias de hoje. “A conversão de Paulo é o mais importante acontecimento da história, desde o Pentecostes até os dias de hoje.” (comentário da Bíblia Shedd).

Paulo, por decisão e ordem de Deus, foi grande responsável pela expansão do evangelho pregado ‘a toda criatura’ (Mc 16.15). Glórias a Deus pela conversão de Paulo, que desde o inicio dedicou-se à pregação no meio do povo não judeu (os gentios), dentre os quais estamos nós.

Creio que podemos tomar a experiência de Paulo como exemplo para todos nós, crentes em Cristo. - Nos importar com pessoas inalcançadas. E como Paulo, pregar a Palavra; seja com palavras ou simplesmente com ações.

Cristo nos alcançou - talvez de maneira menos dramática do que Paulo - mas recebemos tão grande Salvação. E assim, fomos incluídos no rol daqueles que têm testemunho para dar. Façamos como Paulo, que de perseguidor passou a ser perseguido, e por uma causa única: O Evangelho de Jesus Cristo.

Pr. Adilson Ferreira.

(1) Certidão de Nascimento de São Paulo p. 140-158. - https://pt.wikipedia.org/wiki/História_de_São Paulo.

O Socorro da Família

 

Pr. Adilson Ferreira

 

“Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra. (Salmos 121:1,2).

 

Todos nós passamos por momentos difíceis em nossas vidas; problemas, situações desagradáveis e coisas diversas que querem tirar a nossa paz. Essas situações nos levam a buscar uma solução, um socorro que possa nos trazer alívio, paz e vitória. No entanto, as pessoas procuram esse socorro em diversos lugares. Buscam por pessoas, ou coisas que possam socorrê-las. Porém, invariavelmente não o encontram, pois o socorro verdadeiro não existe onde estão procurando. O socorro verdadeiro está em Deus.

Davi olhou para o monte. O que será que ele viu lá pra sentir necessidade de socorro? Será porquê aquele era um lugar utilizado por pagãos para edificação de altares idólatras, ou será que os próprios montes eram uma ameaça, um antro dos assaltantes, ou ele via lá um lugar de refúgio? Fato é que Davi olhou para lá e sentiu necessidade de buscar socorro.

Todos nós precisamos de socorro. E o socorro de Deus é certo, definitivo, e suficiente.

Mas, os olhos de Davi foram além do monte avistado. Ele conhecia alguém que não o deixaria sem socorro. Alguém que não precisava estar num monte ou em nenhum lugar estratégico para ser um porto seguro. Davi tinha sua segurança em Deus, que Ele conhecia bem. - O criador, aquele que tem todo poder nos céus e na terra.

FAMÍLIA SOB ATAQUE – “Há uma conspiração declarada no mundo de hoje contra a família, para destruí-la, para enfraquecê-la, para tornar a família vulnerável. Sendo a família a base da sociedade, se destruírem a família a sociedade entra em colapso. Há muitas forças hostis, há muitos inimigos visíveis e invisíveis, declarados e sutis, que conspiram contra a família; as drogas, o divórcio, a violência, a relativização dos valores e costumes, a questão do alcoolismo, a questão da corrupção tão endêmica e sistêmica em nosso país, a juventude mergulhando na promiscuidade, no alcoolismo, vitimada tantas vezes, por uma vida sem absolutos. Os pais estão confusos, os casamentos estão vulneráveis, a sociedade está completamente rendida à iniquidade, à injustiça. E nós estamos vivendo este cenário, onde o casamento é banalizado, onde o sexo é livre e irresponsável, onde a nossa juventude mergulha de cabeça no álcool e nas drogas, onde a roubalheira institucionalizada vai dinamitando os alicerces da ética, da justiça, dos valores absolutos, e tudo isso atenta e conspira contra a família.” (Hernandes Dias Lopes)

Meu Deus! Socoooorro!

Irmãos, Deus na sua infinita soberania, não nos desampara, não nos deixa sem socorro. Ele é sempre presente. Não precisamos ter medo da vida terrena. Ele cuida de nós com amor.

Fique tranquilo. Nada pode fugir do Seu controle. Entregue-se à ELE, e Ele tudo fará.

Você e sua família, integralmente para Deus

 

Pr. Adilson Ferreira

“Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças.” (Dt 6.5 ss)

O artigo publicado no site “Voltemos ao Evangelho” diz o seguinte: “É fascinante o quanto uma filosofia herética dos primeiros séculos pode permear o pensamento cristão em pleno século 21. Uma atividade interessante é se perguntar: ‘Consigo imaginar Jesus Cristo fazendo atividades comuns?’ Veja como sentimos uma aversão inexplicável quando é sugerido que Cristo ria de piadas, tomava vinho com seus irmãos judeus, assistia algum evento esportivo, conversava sobre temas políticos ou apreciava uma música cultural. Parece-nos impossível que Jesus tenha ‘perdido seu tempo’ com atividades ‘comuns’ porque no fundo, acreditamos que tudo – exceto as conversas teológicas ou cultos religiosos – sejam banais para Deus. Somente o espiritual tem algum valor. É por isso que pode ser dito que o gnosticismo dos primeiros séculos ainda permeia muito pensamento cristão. Os gnósticos, representando a filosofia grega daquela época, criam que a matéria é má e somente o espírito é bom. De acordo com esse dualismo, nossos corpos inúteis servem somente como vasos para nossos espíritos eternos. / (...) E conforme o gnosticismo infiltrava as discussões cristãs, argumentava-se que Deus só se agrada naquelas expressões espirituais: tempo devocional, oração e meditação na Palavra.”

Lendo esse texto, percebemos que parece que muitos cristãos da atualidade esqueceram, que não é o resultado do pecado de Adão, que nos faz sentir alegria e prazer numa boa alimentação, na convivência com os amigos, em ter um bom emprego, em fazer uma viagem com a família, em desfrutar a vida com a mulher a quem ama (Ec 9:7-9), etc.

Será que o desfrutar dessas coisas é pecaminoso? Somente coisas tidas como espirituais são importantes? Precisamos tomar cuidado! Pois, podemos desenvolver um pensamento do tipo: o que fazemos com o corpo não interfere na nossa vida com Deus. E isto é um erro! Mas, à luz das Escrituras, o homem é um ser integral. Assim, tudo o que lhe compõe – corpo, alma e espírito – deve total devoção e adoração ao Senhor, mesmo nas coisas do dia-a-dia.

Uma consequência deste gnosticismo evangélico contemporâneo é o crescente isolamento dos crentes, fechados em seus guetos. Já os puritanos no século 17 eram chamados de “santos mundanos”. Eles viviam no mundo sem se contaminar com o mundanismo. Eles, corretamente, criam que Cristo não veio nos salvar da nossa humanidade, mas da falta de glorificação àquEle que nos fez humanos.

É isso! Nós crentes, e nossas famílias, devemos viver o evangelho em todo tempo, e com tudo que Deus nos deu. Amém!

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