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A parábola sobre o amor do Pai
 

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A parábola sobre o amor do Pai

 

Marco Soares

"Certo homem tinha dois filhos..." (Lucas 15.11-32)

Há uma abordagem um pouco diferente de um texto bastante conhecido, que eu gostaria de sugerir para a nossa meditação. Esta parábola e outras duas do mesmo capítulo, fazem parte de uma resposta de Jesus para a murmuração dos religiosos da época, que são os fariseus e os escribas. A irritação desses religiosos é a seguinte: "Este recebe pecadores e come com eles." (Lc 15.2)

A parábola fala de certo homem que tinha dois filhos, o mais moço pede algo inusitado até mesmo em nosso tempo, para o nosso padrão social: "Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe!..." (v 12). O que o filho, no fundo, diz ao pai, é o seguinte: "estar longe de você e com dinheiro é o melhor para mim!". Podemos perceber isso pelo pedido estranho do filho, pois a herança é recebida só após a morte. Isso seria o normal!

Jesus relata um pai que não se importa com esta percepção de seu filho. O desejo do filho é o lugar distante e incerto, "estar longe de casa". O pai proposto por Jesus, atende ao pedido do filho, sem pensar em seu próprio sofrimento de pai longe do filho. Somente o próprio Deus, o Deus de amor, pode agir assim. O pai, permitindo o distanciamento, o faz para que haja o retorno, que por conta das desventuras vividas, faz o filho voltar mais humilde e amoroso. Deus nos deseja desta forma!

A parábola também fala do filho mais velho. O que pensar sobre ele? Temos o retrato do religioso que reclama, o qual não inclui ninguém em seu relacionamento, nem o próprio pai. Quando ele tem que indagar, pergunta para o servo que está por perto (v. 26).

Os filhos aqui descritos não se relacionavam com o pai, nem o que estava longe e nem o que estava perto. O pai, por desejar a sua participação na festa, vai negociar com o amado filho mais velho (v 28) e lhe informa algo: "tudo o que é meu é teu!" (v 31). Esse é retrato do religioso, que não se relaciona com o pai e se esquece do valor de sua convivência junto ao pai.

Como se tratava de uma parábola o relato termina abrupto, não se sabe se o religioso participou da festa. Mas, Deus deseja que ambos os filhos, jovens ou religiosos, participem também da festa com muita alegria. E, incluindo os que estão chegando, saibam que são amados pelo Pai que nos dá tudo o que precisamos!

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