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Graça ou mérito?
 

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Graça ou mérito?

Marco Soares

"O Reino de Deus é como o administrador de uma propriedade rural .... Eles concordaram em receber uma moeda de prata por dia, e foram trabalhar .... Decidi dar ao último grupo o mesmo que daria a você. Será que não posso fazer o que quero com o meu dinheiro?" (Mateus 20.1-15)

O evangelho nos oferece a perspectiva de um Deus todo bondade. Nesta parábola de Jesus, os que foram contratados logo concordaram com o acerto de contas. Porém, quando perceberam que outros teriam mais vantagens, então se incomodaram. Eles pensam que não seria justa a retribuição do seu trabalho em relação a do outro. Em momento algum pensam na questão da abundante bondade do Senhor, quando distribui possibilidade para todos os chamados.

O que vemos aqui são pessoas fazendo coisas sem pensar. Esta é a cultura da impulsividade. Os seja, faz algo porque vê alguém fazendo isso e, então, reproduz o ensino. Trata-se de gente impulsiva que apenas reage sem refletir nas verdades e nem nas consequências. Para alguns, o cumprimento da regra deve ser rígido, como expresso nos versos em questão.

O evangelho nos ordena ser santos como Deus é santo. Mas, há o risco de fazermos desta ordem uma motivação para tornar a nossa vida religiosa e fria, com atos religiosos e de exclusão ao próximo.

A presença do Espírito Santo em nosso interior nos incentiva a buscar uma vida devocional, e nos possibilita declarar "Aba, Pai.". Não se trata de uma moralidade estéril, mas de uma vida que compartilha vida com o próximo. A partir daqui vamos percebendo a bondade do Senhor e a necessidade do outro.

Desta mudança de pensamento surge uma compreensão renovada: Não podemos pagar nossas contas sem primeiro a paga do Senhor. Mas, Jesus quer ir além, apresentando a realidade de que não temos como sanar a nossa dívida, sem que primeiro Deus no ajude. Não há capacidade em nós para fazê-lo.

Assim, Jesus apresenta a verdade de que tal dívida já foi paga! Nossa atividade religiosa não tem como cobrir o saldo, e nem precisa ser para pagar nada. Antes, deve ser reconhecida como a demonstração de amor a Deus. O nosso muito fazer não representa nada mais do que "... e todas as nossas justiças, (são como) trapo de imundícia para Deus" (Is. 64.6). Jesus ensina que o real valor de nossos atos está em "adorar em espírito e em verdade" (Jo. 4.23).

Nada podemos fazer em nós mesmo para agradar a Deus. O nosso louvor é consequência desta compreensão e da ação graciosa da soberania de Deus. O nosso viver é consequência desta compreensão. Fazer o melhor para o próximo é consequência desta compreensão. Que a nossa mente seja renovada!

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