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O que pedimos para Deus?
 

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O que pedimos para Deus?

 

 

Marco Soares

Os judeus pedem sinais miraculosos, e os gregos procuram sabedoria (1 Coríntios 1.22)

 

A carta do apóstolo Paulo aos Coríntios é importante para a vivência congregacional. A cidade de Corinto desfrutava de uma sociedade plural. Por ser rota comercial e ter grande apelo a sexualidade, o evangelho se torna ali, um contra ponto necessário. O verso acima descreve a percepção de Paulo em relação àqueles que participavam do culto público.

Os judeus pedem sinais miraculosos... Um povo que conhecia histórias contadas pelos pais e avós, sobre a libertação do Egito, a transposição do mar Vermelho, a luta de Jacó com o anjo do Senhor no Vale de Jaboque, a grande libertação dos judeus comemorada pela Rainha Ester na festa das luzes (Chanuca). Há várias situações nas quais Deus se manifestou livrando ao povo.

Judeus e gregos conviviam em Corinto. O evangelho seguia sendo fortalecido, tal como um bebê necessita, havia demandas locais para libertação, provisão, salvação [lembremos que o sacrifício de animais no templo estava sendo substituído pela adoração (João 4.23) como sendo o sacrifício aceitável a Deus].

Os gregos buscam a sabedoria... Os gregos, amantes da sabedoria, criadores da sistematização no estudo, pessoas que prezavam pelo conhecimento, bibliotecas foram criadas por eles, figuras como Sócrates e seu discípulo Platão ensinavam discípulos, além de Aristóteles outro grande filósofo, que ainda hoje influenciam o pensamento. Não se estuda filosofia sem pelo menos passar por estes nomes.

Paulo no verso seguinte ensina: nós, porém, pregamos a Cristo crucificado, o qual, de fato, é escândalo para os judeus e loucura para os gentios (1 Co 1.23). Perceba que Paulo não se apresenta como aquele que iria satisfazer aos anseios, seja de judeus ou gregos, ainda que parecesse aos olhos de alguns (problemas apresentados na carta) ser o apóstolo fraco, ou em linguajar atual, pouco ‘relevante para este mundo’.

O Cristo crucificado é escândalo para os judeus, bem como loucura para os gentios, não agrada nem um e nem outro. O Cristo crucificado deve ser aquele que julga tanto a esquerda como a direita política, moços e idosos são conquistados pelo seu amor, homem e mulher são tocados pelo Espírito Santo, que, atuando no coração nos constrange a amá-lo. Jovens inexperientes com a vida, se encontram acolhidos e compreendidos em suas necessidades, quando valorizam o relacionamento com o Altíssimo, mesmo em meio às provas de cálculo, física ou química.

Mas, tudo depende de como nos aproximamos de Deus, como adoradores? (Salmo 51.17; Hebreus 13.15) Fica uma pergunta para nosso coração: O que você pede para Deus?

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