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A Cruz e a Unidade
 

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A Cruz e a Unidade

 

Marco Soares

 

“Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês, e, sim, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer. ... Pois Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o evangelho, não com palavras de sabedoria humana, para que a cruz de Cristo não seja esvaziada. Cristo, Sabedoria e Poder de Deus” 1 Coríntios 1:10; 17

O alvo de Paulo é a unidade da igreja, diante do orgulho, que trazia a divisão entre os cristãos (1.11). Corinto era uma igreja nova, vivendo os rudimentos do evangelho em um local socialmente abastado, sendo também região portuária e bastante mística, bem como, com tentações sexuais abundantes. Neste local, por conta da pregação do evangelho, homens e mulheres se convertem ao Senhor. A preocupação com o desenvolvimento da fé destes cristãos, ocupava o coração do apóstolo Paulo, que escreveu, de acordo com a tradição teológica 5 epístolas, das quais temos acesso a somente 2 delas.

Assim nasce uma igreja de acordo com a vontade de Deus, ainda com hábitos que contrariavam as Escrituras, era necessário discipular, educar (Tito 2.8-13). Como toda criança que só pensa em si mesmo (1Co 3.1), da mesma forma, precisavam após a conversão, crescer.

Crescer é dor constante, pois é amar profundamente. Envolve o arrependimento, pedir perdão, incluir o próximo em seu campo de interesses, é um constante desafio, não podendo existir passividade (atitude cômoda de espera). Não existe crescimento sem o contato com o Pai e a disposição de serviço ao próximo.

Como manter a unidade no convívio com os irmãos? Viver em humildade (Fl 2.5-7), reconhecer que não contém em si mesmo todas as respostas, sendo estas, ensinadas a partir da palavra de Deus (1 Co 2.14-16). Que nossas bocas sejam dedicadas a edificar ao próximo (Rm 15.1-2), lembremos que, se somos mesmo mais fortes, suportemos a fraqueza do próximo. Não sejamos ‘o juiz’ do irmão. Acima de tudo não façamos disto uma guerra, por conta de certo ponto de vista.

O apóstolo nos ensina que o conhecimento humano pode ensoberbecer, este conhecimento que até então Saulo, havia conquistado aos pés de Gamaliel. Paulo então considera lixo este conhecimento (Fl 3.8). Quando Jesus muda o nome de Paulo, sua essência é mudada, seu conhecimento então, é santificado pela cruz. Seus atos, agora, são pautados pelo amor a Deus, e o amor não alimenta divisões, pois pensa sobre si equilibradamente (1 Co 13; Rm 15.17-18) e, por isso, segue rumo à unidade.

Em 1 Co 3:19-20, o apóstolo citando o AT ensina: Ele apanha os sábios na astúcia deles e no verso 20 afirma: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios e sabe como são fúteis. Com isto o apóstolo nos ensina: O humano é frágil e fútil em seu pensar, não há motivo nenhum para se orgulhar de nossas certezas.

Amém. Que nossa vida também possa ser transformada pela Palavra de Deus, e possamos então, não dividir o corpo e enfim dar testemunho a uma sociedade que vive fragmentada.

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