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Simpatia, empatia e a Comunhão
 

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Simpatia, empatia e a Comunhão

 

Marco Soares

“Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Então, Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.” (Atos 15.39)

 

Este verso expõe um problema ocorrido entre os personagens bíblicos. Fato importante, para nos mostrar que eles eram seres humanos, como nós, e apenas estamos separados por um grande lapso de tempo. João Marcos agiu de forma errada, de acordo com o texto, abandonou o grupo de trabalho (At 13.13). Não se sabe quais os motivos ou dores de João Marcos que provocaram sua fuga, algo que possivelmente já havia acontecido antes (Mc 14.51-52). Mas, percebemos que exigia-se dele uma atitude mais espiritual como missionário. O ocorrido irritou a Paulo, causando desavença entre ele e Barnabé.

O significado do nome Barnabé é “filho da consolação”. De fato, Barnabé mostra empatia com João Marcos, procurando entender suas limitações e dores. Empatia é tentarmos entender os outros, termos a capacidade de ver e compreender a realidade através dos olhos do outro.

Já a simpatia é o que nós sentimos em relação aos outros ou o que transmitimos para os outros, depende muito de nossas características de personalidade. As duas características são importantes para a comunhão na igreja local, tanto a simpatia como a empatia. Entretanto, a simpatia sem a empatia se torna apenas um gesto de egoísmo.

A atitude de Barnabé, a empatia, está voltada para fora de si, pois significa olhar e valorizar o outro: “Aqueles de nós que forem mais fortes e capazes na fé têm o dever de ajudar os que são vacilantes, não devem fazer apenas o que for conveniente. Se temos força é para servir, não para ganhar prestígio. Cada um de nós precisa se preocupar com o bem-estar alheio, sempre perguntando: “Como posso ajudar?” (Rm 15.1-2 Bíblia A Mensagem).

O Espírito Santo, através do altruísmo de Barnabé, edificou o ministério de um moço em dificuldades. Paulo, escrevendo para Timóteo sua última carta antes de morrer, pediu que trouxesse João Marcos, “pois me é útil para o ministério” (2Tm 4.11). Que mudança! Mas houve um servo de Deus envolvido nestas mudanças.

Que Barnabé seja um exemplo a ser seguido por mim e por você. Quando olhou para João Marcos e viu o que ninguém estava vendo, ver além do erro cometido, mas ver a dor que fazia ele fugir de situações de aperto ou de cobrança.

Que nosso olhar para o outro não seja por motivo torpe, antes que haja em nós empatia, que seja a expressão de um coração que ama a Deus. E que com esta atitude possamos participar da edificação do nosso próximo.

Apesar do erro, João Marcos poderia servir a Deus, mas precisava ter o acompanhamento de alguém, sem julgamentos. Afinal todos somos peregrinos.

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