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A dor do outro
 

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A dor do outro

Marco Soares

“Todavia, fizestes bem, associando-vos na minha tribulação.”

(Filipenses 4.14)

 A cidade de Filipos era grande, conhecida e respeitada, por conta de ser um reduto militar. Ela tinha muita importância em uma região controlada pelo poder dos soldados. A igreja em Filipos era exemplo para todos e, nesta epístola, vemos que não existe exortação, mas apenas elogios e conselhos práticos para a Vida Cristã.

Uma das características desta igreja, era que: “pela vossa cooperação no evangelho, desde o primeiro dia até agora.” (Fp 1.5). Era uma igreja que atuava juntamente com outros, para um mesmo fim. A saber, contribuir com trabalho, esforços, auxílio, enfim, colaborar.

Alguém já disse que “quem tem fome, tem pressa”. Esta frase contém uma grande realidade. Quem sente a dor, a fome, a necessidade essencial do outro, não tem tempo para pensamentos, discussões de grupo, decisões judiciais. Mas, entende a urgência de trazer comida para casa, de ser curado de sua dor, de pagar a conta, enfim, tocar a vida que não para, enquanto o tempo, este avança impiedosamente.

Jesus, em seu ministério, não curou a todos. Entretanto, de acordo com o relato bíblico todos que o procuraram tiveram uma resposta. As pessoas não ficaram no vazio de uma ausência, seja de gestos, de atos, ou até de palavras quando apropriado.

A dor do outro nos deve sensibilizar inclusive por sua urgência, assim diz as escrituras: “completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos.” (Fp 2.2-3).

Se eu considero alguém superior a mim, darei a atenção à sua dor ou necessidade imediatamente, sem demora. Pois, consigo me colocar na posição dele, e ter então por ele empatia.  Uma das maiores dores que sentimos é a dor da espera por ajuda que se prolonga, pois esta sempre vem acompanhada de um sentimento ‘de não pertencer’, de abandono, de solidão. Lembremos que somos o corpo de Cristo, somos nós que devemos lavar os pés daqueles que estão ao nosso lado   (Jo. 13.1), na medida daquilo que nos foi providenciado pelo Pai.

Mas, nem sempre pensamos assim, agimos nos valorizando e entendendo que nossas coisas são mais importantes e então nos desviamos do pobre e moribundo que jaz no nosso caminho, deixando a ajuda tão necessária para depois. Que nossos atos sejam bons como os  do  samaritano  da  parábola,  no  momento  certo (Lc 10.30-37).

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